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Portugal estreia-se na qualificação para o Mundial de ténis em cadeira de rodas

Portugal estreia-se com dois atletas na categoria quad na qualificação europeia para o Mundial de ténis em cadeira de rodas, na Sardenha, visando igualar o sétimo lugar

Portugal estreia-se no quad na qualificação para Mundial de ténis em cadeira de rodas
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  • Portugal estreia-se no quadro com dois atletas na qualificação europeia para o Mundial de ténis em cadeira de rodas, na Sardenha, entre 5 e 9 de maio.
  • Os escolhidos são Mário Trindade e Vinicius Matos, ambos do Viseu Royal Tennis Club, a primeira participação portuguesa na categoria quad.
  • O objetivo é igualar ou superar o sétimo lugar de Open; a formação Open inclui Carlos Leitão, João Couceiro, Jean Paul Melo e João Sanona.
  • A qualificação é muito competitiva: apenas os primeiros classificados das quatro poules apuram-se para o Mundial.
  • O apuramento para os Jogos Paralímpicos não é direto pelo Mundial; para competir nos Paralímpicos é necessário ter jogado pelo menos dois anos no Campeonato do Mundo; a equipa parte a 3 de maio, capitaneada por Bruno Pedro.

Portugal estreia-se na categoria quad na qualificação europeia para o Mundial de ténis de cadeira de rodas, na Sardenha, entre 5 e 9 de maio. A comitiva inclui dois atletas, formando a primeira participação portuguesa nesta categoria, reservada a limitações nos membros.

Mário Trindade e Vinicius Matos, ambos do Viseu Royal Tennis Club, partem no dia 3 de maio rumo a Itália. O objetivo é ganhar experiência e, em Open, tentar igualar ou chegar além do sétimo lugar alcançado até hoje.

Quad e Open: objetivos e contexto

Na categoria Open, Portugal mantém a aposta já efetuada em 2024 na Letónia e 2025 na Turquia, com Carlos Leitão, João Couceiro, Jean Paul Melo e João Sanona. Joaquim Nunes sublinha a natureza “mais forte e exigente” da qualificação europeia, onde apenas os primeiros de cada poule avançam.

A equipa, capitaneada por Bruno Pedro, visa melhorar o melhor resultado nacional, igualando ou superando o sétimo lugar. O coordenador realça a experiência do grupo Open desde 2014, que deve contribuir para uma prestação mais confiante.

Observações e perspetivas

A federação espera que um bom desempenho motive jogadores da “geração seguinte” a manter-se na modalidade. A participação é igualmente tratada como requisito regulamentar para processos futuros, incluindo objetivos paralímpicos.

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