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Filipa Pipiras torna-se na primeira grande mestra portuguesa de xadrez

Com apenas 20 anos, Filipa Pipiras torna-se na primeira portuguesa a conquistar o título de grande mestre feminina, terminando 42.ª entre 998 no Open Grenke

Filipa Pipiras tem 20 anos e já fez história no xadrez
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  • Filipa Pipiras, de 20 anos, tornou-se na primeira portuguesa a conquistar o título de grande mestre feminina no xadrez.
  • Nascida em Durham, Carolina do Norte (Estados Unidos), estuda medicina e inspira-se na húngara Judit Polgár.
  • A proeza aconteceu no Open de Grenke, na Alemanha, ao somar 6,5 pontos em nove jornadas.
  • Venceu o mestre internacional Yevhenii Yelisiev, o mestre FIDE Sven Charmetau e o grande mestre Namig Guliyev; na nona jornada perdeu com o grande mestre Luís Engel.
  • Concluiu como melhor jogadora feminina da prova, 42.ª posição entre 998 participantes, cotada 233 à partida. 2023 foi o ano em que foi a primeira mulher a entrar no top-10 absoluto nacional.

Filipa Pipiras tornou-se a primeira portuguesa a alcançar o título de grande mestre feminina no xadrez, aos 20 anos. A jogadora, nascida em Durham, Carolina do Norte, estuda medicina e trabalha a meio tempo com música, tendo já feito história no desporto em Portugal.

A conquista ocorreu no Open de Grenke, na Alemanha, onde Pipiras somou 6,5 pontos em 9 jornadas. Venceu o mestre internacional Yevhenii Yelisiev, o mestre FIDE Sven Charmetau e o grande mestre Namig Guliyev, consolidando a marca histórica.

Na nona ronda, Pipiras perdeu frente ao grande mestre Luís Engel, o que impediu que alcançasse o título de grande mestre absoluto. Mesmo assim, terminou a prova como a melhor jogadora feminina, em 42.º lugar entre 998 participantes.

Relevância histórica

A jovem tem como referência a húngara Judit Polgár, que aos 15 anos se tornou a mais jovem grande mestre internacional. Em 2023, Pipiras já tinha entrado pela primeira vez no top-10 absoluto nacional, sinal de evolução constante.

Além da performance no Grenke, Pipiras joga pelo Colégio Efanor, em Matosinhos. O feito vem ampliar o reconhecimento do xadrez feminino em Portugal e pode abrir portas a novas gerações da modalidade.

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