- O presidente do Betis, Ángel Haro, disse aos jornalistas no aeroporto de Sevilha que respeita todos os países, mas que o Betis é a prioridade.
- Haro comentou o caso Bakambu, que chegou a Sevilha na segunda-feira à noite e está ausente do jogo em Braga pela Liga Europa.
- O jogador esteve retido na RD Congo, por instrução da federação local, para celebrar o acesso ao Mundial de seleções.
- O clube pretende recorrer à via legal contra a federação congolesa pela retenção, que ocorreu entre os dias 3 e 5 de abril, sustentando que existe um código de disciplina aplicável ao jogador.
- Haro reforçou que houve sanção, não desportiva, e que, embora respeite os países, o Betis deve ser a prioridade do jogador, especialmente ao passar da data-FIFA.
Ángel Haro, presidente do Betis, comentou aos jornalistas no aeroporto de Sevilha o caso Bakambu. O avançado chegou na segunda-feira à noite à Andaluzia e fica de fora do jogo em Braga pela Liga Europa. Bakambu esteve retido na RD Congo para celebrar o apuramento ao Mundial.
Haro criticou a atuação da federação congolesa e afirmou não ter falado diretamente com o jogador. Revelou que houve comunicação por WhatsApp e que não está satisfeito com a forma como o caso foi encaminhado, defendendo maior seriedade por parte de todos.
A federação congolesa informou a retenção do jogador entre os dias 3 e 5 de abril. O Betis respondeu com a intervenção dos seus serviços jurídicos para avaliar reclamações, mencionando um código de disciplina que também se aplica ao atleta.
“Para mim, o Betis é o país que represento”, explicou Haro. O presidente defendeu que existem direitos e obrigações, e que a decisão não deverá prejudicar o clube, mantendo o foco no desempenho desportivo.
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