- Vinícius Júnior comentou sobre racismo no futebol durante a antevisão ao jogo Real Madrid–Barcelona, da Liga dos Campeões.
- Os incidentes ocorreram após cânticos islamofóbicos no RCDE Stadium, no encontro entre Espanha e Egito.
- O avançado brasileiro disse que não afirma que Espanha, Alemanha ou Portugal sejam países racistas, mas que existem racistas nesses lugares e no Brasil.
- Destacou a importância de Lamine Yamal falar e que a luta continue para que futuros jogadores não passem pelo mesmo.
- Recorda que já foi alvo de insultos racistas em Espanha; no playoff da Liga dos Campeões, Gianluca Prestianni foi acusado de lhe chamar macaco, caso sob investigação da UEFA.
Na sequência de cânticos islamofóbicos registados no RCDE Stadium durante o encontro entre Espanha e Egito, Vinícius Júnior pediu cautela e foco na luta contra a discriminação. O avançado do Real Madrid esteve presente na conferência de antevisão ao duelo entre Real Madrid e Barcelona, para os quartos de final da Champions, na qual o brasileiro reiterou o papel dos jogadores no combate ao racismo.
O internacional brasileiro defendeu Lamine Yamal, destacando a importância de os jovens atletas se expressarem para sensibilizar o público e promover mudanças. Constatou ainda que o combate ao racismo é uma luta que envolve clubes, seleções e fãs, devendo a sociedade manter a união para afastar estas atitudes.
Vinícius Júnior já tinha sido alvo de insultos raciais em várias partidas em Espanha. Recentemente, acusou o jogador Gianluca Prestianni de o ter chamado de macaco durante o jogo da primeira mão do playoff da Liga dos Campeões, na Luz, caso ainda em investigação pela UEFA.
Contexto e próximos passos
A imprensa destaca que o tema permanece sensível na imprensa desportiva espanhola, com a UEFA a averiguar o incidente na Luz e bancos de clubes a relembrar políticas de combate ao racismo. O Real Madrid não revelou detalhes adicionais sobre o processo interno em curso.
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