- Após a audiência com a Ministra, Villas‑Boas afirmou que o FC Porto esclareceu os incidentes alegados pelo Sporting e que está tranquilo quanto aos factos, descrevendo a passagem pelo balneário e que não houve prevaricações.
- O clube assegura que, desde a entrada até à abertura do balneário, não houve sabotagens com produtos de limpeza nem com artefactos tóxicos; há referência a uma agressão de Martim Costa a um adepto do FC Porto.
- O Ministério Público abriu um inquérito; o FC Porto diz que tem relatórios médicos e o auto de polícia, e que, após apurar todos os factos, o caso será arquivado; o FC Porto acusa o Sporting de difamação.
- Frederico Varandas criticou o Sporting, dizendo que só pode enviar ao presidente do Sporting “umas novas capas de jornais, um conjunto de bolas, cones e toalhas”, e qualificou o discurso do clube como patético.
- No que respeita a incidentes fora do andebol, o FC Porto descreve situações rápidas e informa que houve tensões altas em um jogador e glicemia baixa noutro; o caso foi discutido com foco no diálogo entre os três grandes.
Após a audiência com a Ministra da Cultura, Juventude e Desporto, André Villas‑Boas comentou os alegados incidentes relatados pelo Sporting. O FC Porto apresentou esclarecimentos e assegurou estar tranquilo quanto aos factos.
Villas‑Boas afirmou que, segundo o clube, a porta do balneário esteve fechada até ser aberta para receber o Sporting. Desmentiu prevaricações com químicos ou sabotagens, e referiu documentação disponível, incluindo relatórios médicos e auto de polícia.
Sobre as imagens, o FC Porto disse haver um inquérito do Ministério Público em curso e que os factos e provas são inequívocos. Refere ainda que houve acompanhamento médico para jogadores, com registos de tensões e glicemia, sempre sem falhas no protocolo de acesso.
Frederico Varandas foi citado como criticando o tratamento mediático do caso, insinuando que o único envio ao Sporting seria de materiais simples como capas de jornais, bolas, cones e toalhas, numa leitura que considerou inadequada.
Quanto a situações fora do andebol, o FC Porto disse compreender as frustrações do Sporting, incluindo casos de atraso de jogos e acusações de viés, defendendo que o caso não deve desvirtuar o foco da competição.
Sobre o desfecho, o FC Porto reiterou que o caso está arquivado após a verificação de factos, destacando que não houve hospitalização de elementos do Sporting e que houve tensão entre alguns presentes, em contexto de dérbi.
A reunião entre os presidentes visou promover diálogo entre os três grandes clubes, com o FC Porto a defender um tom mais moderado na comunicação pública e a evitar acusações injustificadas, mantendo-se fiel aos factos apurados.
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