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Luís Machado: ainda não chegou ao fim da sua história no futebol

No Ethnikos Achnas, Luís Machado enfrenta fase complicada, mas mantém a confiança na permanência na liga cipriota e aposta num regresso à primeira liga de Portugal

Luís Machado em ação
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  • Luís Machado, 33 anos, joga no Ethnikos Achnas, em Chipre, e encara uma fase coletiva difícil, mas mantém a confiança na permanência no principal escalão do país.
  • O extremo diz ter jogado 90% dos encontros desta temporada e manter o rendimento desejado, apesar dos resultados atuais não mostrarem o que queria.
  • A carreira passou por Índia, Polónia e Hong Kong após deixar a Liga portuguesa em 2020; na Índia enfrentou sete meses em hotel devido à pandemia.
  • Em Hong Kong viveu uma das experiências mais marcantes, destacando a organização e a qualidade do campeonato, mesmo sem chegar à Liga dos Campeões Asiática.
  • Aposta numa carreira ainda com quatro a cinco anos pela frente, com portas abertas a Portugal, e mantém contacto semanal com a família, acompanhando o futebol português e indicando o Porto como equipa mais estável no momento.

Luís Machado, 33 anos, joga no Ethnikos Achnas, em Chipre. O extremo vive mais um capítulo da sua carreira internacional, que já passou por Índia, Polónia e Hong Kong. A equipa cipriota luta pela manutenção na Liga principal local.

Apesar da fase coletiva menos positiva, o jogador mantém confiança no rendimento. “Ainda há muitos pontos pela frente”, afirma, sublinhando que já disputou cerca de 90% dos jogos desta época.

Em 2020, o atleta decidiu deixar Portugal para conhecer novas realidades, começando pela Índia, numa altura marcada pela pandemia. Agudou a resistência e observou uma organização sólida, apesar do confinamento.

Percurso internacional

Seguiram-se três anos na Polónia, onde encontrou uma liga muito competitiva e estádios bem equipados. Destaca o investimento em formação, com forte apoio governamental às academias.

A passagem por Hong Kong foi marcante, especialmente pela experiência vivida em Kitchee. O objetivo era disputar a Liga dos Campeões Asiática, mas a participação nesse foco não se concretizou.

Fisicamente, Machado sente-se preparado para competir ao mais alto nível. Acredita poder jogar mais quatro ou cinco anos, sem grandes lesões, e mantém portas abertas para o regresso a Portugal.

Futuro e desportiva

A distância da família é a face menos visível da carreira, com contacto frequente por telefone. Felicita-se pela estabilidade do núcleo familiar.

Mesmo longe, acompanha o futebol português, destacando o FC Porto e o Sporting. O extremo admite seguir jogos e ver o desempenho das equipas nacionais com interesse.

No regresso às origens, recorda os clubes que o marcaram no percurso profissional. O Freamunde abriu portas, enquanto o Feirense representou três anos e meio de aprendizagem e subida de divisão.

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