- O alegado insulto racista contra o central do Benfica, Lucas França, ocorreu no quarto set do segundo jogo dos quartos de final do playoff entre Espinho e Benfica, levando o atleta a interromper a partida.
- O caso já está sob a alçada do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Voleibol.
- O clube do adepto infrator pode sofrer multa e jogos à porta fechada.
- O Benfica venceu o jogo por 3-1 e apura-se para as meias‑finais, onde defronta o Leixões.
- Reações: o Benfica lamentou o incidente e vincou o compromisso com o respeito; Lucas França afirmou que quem fez sabe o que fez; Marcel Matz emocionou‑se ao falar do assunto.
O alegado insulto racista dirigido ao jogador do Benfica Lucas França já está nas mãos do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Voleibol. O incidente ocorreu no quarto set do segundo jogo dos quartos de final do playoff entre Sp. Espinho e Benfica, na Nave de Espinho. França alegou ter ouvido agressões racistas de um adepto durante a partida, que terminou com a vitória encarnada por 3-1.
Na altura, o árbitro interrompeu o encontro para avaliar a denúncia, e o jogador francês interrompeu temporariamente o jogo. O Benfica confirmou a ocorrência do incidente e destacou o compromisso com o respeito, a dignidade e os valores do desporto.
O clube do Espinho está também a investigar o episódio. O responsável pela equipa, Bernardo Gomes de Almeida, esteve presente no local para perceber a situação e tentar resolvê-la. O campeão Olio, apelidado pelos adeptos, não se pronunciou publicamente sobre o incidente à altura.
A decisão do Conselho de Disciplina pode implicar sanções, incluindo multa ou jogos à porta fechada, aplicáveis ao clube infrator. O Espinho/Benfica disputam as meias-finais do playoff, em que vão defrontar o Leixões, após a vitória das águias.
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