- Portugal empatou a zero com o México num encontro descrito como taticamente exigente, com sete substituições ao intervalo.
- O selecionador ficou satisfeito por a equipa manter a identidade, apesar das mudanças, contando com 17 jogadores que mostraram o que pretende.
- Martinez elogiou Paulinho e disse que Vitinha é uma referência, destacando que Portugal conseguiu controlar o jogo mesmo sem o jogador.
- Reconheceu o mérito do México e a organização da equipa de Aguirre, salientando que foi um jogo competitivo e bem posicionado do ponto de vista tático.
- Admitiu que os remates de longa distância não foram uma opção clara e que é preciso trabalhar mais esse aspeto.
Roberto Martínez classificou o empate 0-0 com o México como um duelo taticamente exigente, realizado no Estádio Azteca. O técnico destacou que foi importante observar se a equipa mantém a identidade com sete substituições ao intervalo.
Ele explicou que, apesar de seis ausências, 17 jogadores demonstraram o que pretende, indicando que o grupo pode manter o estilo de jogo. O treino de hoje evidenciou a continuidade da ideia mesmo com mudanças no onze inicial.
Martínez também elogiou a receção mexicana e a organização da equipa adversária, reconhecendo meritórios os méritos do técnico Aguirre. Considerou que o jogo foi competitivo e útil para retirar lições táticas, pese a ausência de golos.
Paulinho recebeu elogios pela adaptação rápida ao grupo e pela qualidade que traz ao meio-campo. O selecionador destacou a importância de Vitinha, considerado uma referência técnica e estratégica, capaz de abrir espaços com movimentos finais.
Quanto aos remates de longe, o treinador admitiu que a equipa pode explorar mais essa opção, justificando com a gestão de créditos e a necessidade de alternativas eficientes para o jogo seguinte.
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