- André Villas-Boas, presidente do FC Porto, reagiu à Benfica na última edição da Revista Dragões, a propósito do caso dos e-mails e do pedido ao Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol.
- O Benfica pediu que o Conselho de Disciplina penalize o FC Porto pela divulgação de conteúdos considerados escandalosos sobre práticas religiosas no contexto desportivo.
- Villas-Boas afirma que a associação em causa usa “padres” para rezar “missas” em eventos desportivos e que há “probabilidades de aparecer um Gonçalves qualquer” para servir de bode expiatório.
- O líder do FC Porto diz que desejam boa sorte à justiça para provar a veracidade dos factos, criticando a gestão do futebol português e a credibilidade das instituições.
- A intervenção insere-se numa disputa entre as duas entidades sobre o conteúdo dos emails e as respetivas consequências disciplinares.
O presidente do FC Porto, André Villas-Boas, respondeu na edição mais recente da Revista Dragões a um gesto do Benfica junto do Conselho de Disciplina da FPF. O rival contestou o caso dos e-mails e pediu sanções.
Segundo o texto de Villas-Boas, o FC Porto entende que houve tentativas de encobrir práticas consideradas escandalosas. O dirigente alega que há uma forte probabilidade de uso de um bode expiatório para justificar os factos veiculados.
O líder portista sustenta que as revelações envolvem uma associação desportiva portuguesa associada a práticas religiosas em eventos desportivos. O objetivo, diz, é levar a justiça a apurar a veracidade das informações.
Villas-Boas afirma ainda que a credibilidade das instituições desportivas está em causa pela forma como as situações são geridas. O FC Porto defende que a justiça deve provar os conteúdos em questão sem julgamentos prévios.
O clube portista, por fim, refere que a gravidade dos conteúdos justifica a necessidade de esclarecer tudo com rigor. A posição é interpretada como uma defesa da transparência no processo.
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