- Mazola, avançado de 36 anos, regressa aos relvados ao assinar pelo Nacional-SP, da 4.ª divisão estadual de São Paulo.
- O jogador esteve afastado dos campos em 2024, devido a depressão e a problemas com álcool e drogas, mas voltou a jogar em 2026.
- Em Portimonense, a passagem em 2013/14 foi de 7 jogos e 2 golos.
- Em entrevista, Mazola relata uma infância difícil, marcada pela morte do pai aos 36 anos, e pela vida de instabilidade económica anterior à carreira profissional.
- Refere também que, fora do Brasil, no Japão e na China, ganhou bastante dinheiro, mas sentiu solidão e agravou a depressão, recorrendo à cannabis para “esquecer o vazio”.
Mazola, avançado de 36 anos, regressou aos relvados ao serviço do Nacional-SP, em São Paulo, depois de mais de um ano afastado. A estreia ou retorno aconteceu durante a presente temporada na 4.ª divisão estadual.
A história do jogador, que já teve uma passagem pelo Portimonense em 2013/14, ficou marcada por longos períodos de afastamento. Motivos pessoais levaram-no a ficar longe dos campos desde 2024.
Mazola contou, em entrevista a uma rádio brasileira, que a infância foi marcada pela pobreza e pela morte do pai aos 36 anos, também jogador de futebol. A família vivia com recursos muito limitados.
Mais tarde, chegou ao São Paulo, que o lançou para o profissionalismo, e atuou no exterior, com passagens pela China e pelo Japão. Nestes países, ganhou bem, mas enfrentou solidão e depressão.
A nível desportivo, este regresso reforça a recuperação do jogador, que afirma ter encontrado novamente motivação e estabilidade para competir regularmente com o Nacional-SP.
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