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Villas-Boas rejeita dívida por Otávio: FC Porto afirma que valores estão pagos

Villas-Boas afirma que, segundo o FC Porto, os valores estão pagos à LiveSoccer, mantendo-se o processo ativo sobre a alegada comissão de três milhões

André Villas-Boas, presidente do FC Porto
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  • O presidente do FC Porto, André Villas‑Boas, afirmou que, na ótica do clube, os valores relacionados com a transferência de Otávio já estavam pagos.
  • A LiveSoccer reclama três milhões de euros pela comissão, alegando um acordo no contrato assinado antes de Villas‑Boas tomar posse.
  • O processo envolve a exigência da agência pela transferência de Otávio para o Al‑Nassr; o clube diz que não lhe é devido mais dinheiro.
  • Segundo o contrato, a LiveSoccer podia receber até quatro milhões de euros, com a empresa a dizer ter aceite reduzir para três milhões; o FC Porto sustenta que o montante já foi liquidado.
  • O julgamento inclui a audição de Otávio; Pinto da Costa faleceu em fevereiro de 2025, o que afetou potenciais testemunhos.

O FC Porto foi alvo de uma queixa apresentada pela agência LiveSoccer, que reclama 3 milhões de euros pela transferência de Otávio para o Al-Nassr. O processo corre no Palácio da Justiça do Porto.

O denunciado é o presidente do FC Porto, André Villas-Boas, que afirmou que, aos olhos do clube, as obrigações com a LiveSoccer já foram liquidadas. A defesa sustenta que houve mudança de política de transferências desde 2024.

Villas-Boas reconheceu que existiam várias ações e problemas de tesouraria antes de tomar posse em maio de 2024, referindo auditoria forense aos negócios da gestão anterior. O clube diz que as comissões pagas cessaram progressivamente.

No caso específico de Otávio, a LiveSoccer exige 3 milhões de euros, mas o FC Porto sustenta que não deve nada. O clube detalhou pagamentos anuais realizados após a renovação do jogador, totalizando mais de 2,4 milhões.

A defesa alega que o contrato verbal não existe e que o montante total já foi liquidado. A LiveSoccer argumenta ter aceitado reduzir o valor para 3 milhões, enquanto o jogador Otávio reduziu, segundo o processo, parte do montante.

O processo prevê ainda a audição do jogador Otávio e, em fases iniciais, a tentativa de ouvir o antigo diretor financeiro José Pereira da Costa. O caso envolve o período 2016-2023, durante o qual Otávio disputou nove títulos nacionais com o FC Porto.

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