- O presidente do F. C. Porto, André Villas-Boas, negou qualquer dívida relacionada com a transferência de Otávio para o Al Nassr, ocorrida em 2023.
- A agência intermediária LiveSoccer reclama ao clube 3 milhões de euros pela negociação, que teve o negócio fechado por 60 milhões.
- O F. C. Porto afirma que os valores foram pagos e que não há mais dívidas por discutir.
- Villas-Boas explicou que as comissões podem variar e citou exemplos, incluindo uma comissão de zero por Evanilson, com a transferência do jogador para o Bournemouth em 2024, valorizando o negócio entre 40 e 45 milhões.
- O julgamento irá incluir a audição do próprio Otávio, que aceitou reduzir em 50% o valor devido pelos dragões.
O presidente do F C Porto, André Villas-Boas, negou nesta quarta-feira qualquer dívida do clube relacionada com a transferência de Otávio para o Al Nassr, em 2023. O encontro ocorreu no Palácio da Justiça do Porto, no âmbito de um processo movido pela agência intermediária LiveSoccer.
A intervenção reclama 3 milhões de euros pela negociação, que ficou concluída por 60 milhões de euros. Villas-Boas afirmou que, na ótica do clube, os valores estão pagos e que não há matéria a debater.
O tribunal deverá ainda ouvir Otávio, que aceitou reduzir em 50% o montante devido pelo F C Porto. O caso envolve divergências sobre comissões da intermediação e o pagamento de quantias à agência desde o negócio.
Origens do conflito
O Porto sustenta que os valores acordados foram liquidados e que comunicou às entidades competentes as quantias pagas à LiveSoccer. A defesa do jogador é citada como parte do processo, com a possibilidade de novas declarações.
Perspetivas do processo
A audiência continua em curso, com a emissão de decisões previstas pelas autoridades judiciárias. O foco permanece na veracidade dos pagamentos e na eventual existência de comissões adicionais entre as partes envolvidas.
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