- Cristiano Bacci afirmou em comunicado que rejeita qualquer ato de violência após o empate entre CD Tondela e AVS SAD (0-0).
- O treinador explicou ter ocorrido apenas uma troca de palavras mais acesa com Gilberto Coimbra, presidente da SAD do Tondela.
- Bacci desejou “a melhor das sortes ao clube” e agradeceu pelos anos no futebol profissional.
- O Tondela já tinha anunciado a saída do técnico, sem confirmar qualquer ato de violência entre as partes.
- O comunicado atual contrasta com a versão anterior do clube, que também negou violência entre o treinador e o presidente.
Cristiano Bacci recorreu a um comunicado para esclarecer os acontecimentos após o empate sem goles entre CD Tondela e AVS SAD, em Beira Alta. O treinador afirma ter rejeitado qualquer ato de violência e confirma que houve apenas uma troca de palavras mais intensa. O encontro decorreu após o jogo da Série B.
O técnico afirma ter trabalhado durante muitos anos no futebol profissional com ética, profissionalismo e moderação. Alega que a discórdia entre ele e o presidente do Tondela, Gilberto Coimbra, terá ficado apenas por uma troca de palavras acesa, comum em situações de expectativa elevada.
Bacci aponta ainda que a leitura dos relatos recentes causou-lhe transtorno. De saída do CD Tondela, o treinador deseja sucesso ao clube para o futuro, mantendo, porém, a sua posição de não violência durante o incidente.
Contexto e desfecho do caso
Ontem, o Tondela emitiu um comunicado a confirmar o despedimento do treinador e reiterou que não houve qualquer ato de violência entre o técnico e o presidente do clube, Gilberto Coimbra. O clube não revelou detalhes adicionais sobre as razões administrativas para a saída.
Bacci, por sua vez, descreve o episódio como uma troca de palavras fortemente marcada pela pressão do resultado. O episódio coincide com a decisão administrativa tomada pelo clube beirão, já tornada pública pela própria instituição.
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