- António José Seguro destacou o feito histórico da comitiva portuguesa nos Mundiais de atletismo de pista curta em Torun, Polónia, como a melhor presença de sempre.
- Portugal ficou em quarto no medalheiro final, atrás apenas dos Estados Unidos da América, Grã-Bretanha e Itália.
- Seguro condecorou os três medalhados e dirigiu-se aos atletas e ao staff no Palácio de Belém, acompanhado pelo Primeiro-Ministro Luís Montenegro.
- Domingos Castro, presidente da Federação Portuguesa de Atletismo, pediu a construção de uma arena e elogiou a cobertura mediática, dizendo que o sucesso é de todos.
- A comitiva chegou a Belém num autocarro da Federação de Futebol, após cerca de dez minutos para conseguir o meio de transporte.
António José Seguro elogiou o feito histórico da comitiva portuguesa de atletismo, recebida no Palácio de Belém após a participação nos Mundiais de atletismo de pista curta em Torun, Polónia. O Presidente da República condecorou os três medalhados e realçou a presença de Portugal no evento.
O discurso situou a conquista como um marco, destacando que foi a melhor presença de sempre nos Mundiais de pista curta. Seguro lembrou ainda que Portugal terminou em quarto lugar no medalheiro final, atrás de Estados Unidos, Grã-Bretanha e Itália.
A comitiva, acompanhada pelo Primeiro-Ministro Luís Montenegro, recebeu o reconhecimento no Palácio de Belém. O Presidente sublinhou o orgulho de ver atletas e staff elevar o nome de Portugal no contexto internacional.
Comitiva nacional de atletismo homenageada em Belém pela liderança
Domingos Castro, presidente da Federação Portuguesa de Atletismo, descreveu a ocasião com satisfação e memória afetiva. Realçou a importância de reconhecer o trabalho de uma equipa alicerçada por contributos invisíveis.
O dirigente apelou ainda à construção de uma arena dedicada, destacando a falta de condições para treino e competição, mesmo com o sucesso alcançado pelos atletas. Enfatizou o papel da cobertura mediática no apoio à equipa.
A cerimónia contou com um momento logístico marcado por uma demora de cerca de 10 minutos para aceder ao Palácio de Belém, explicada pela organização mediante o uso de um autocarro da Federação Portuguesa de Futebol.
O autocarro, utilizado para transportar a comitiva desde o aeroporto, foi reconhecido como gesto de apoio entre entidades desportivas. A relação entre lideranças e o staff foi descrita como cordial e de cooperação.
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