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Silvino Louro: guarda-redes exemplar com sorriso fácil

Silvino Louro, guarda-redes de referência do Benfica e do Porto e adjunto de Mourinho, falece aos 67 anos após longa luta contra doença oncológica

Silvino Louro tinha 67 anos
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  • Silvino Louro faleceu aos 67 anos, após uma longa batalha contra uma doença oncológica.
  • Foi um dos melhores guarda-redes da sua geração, atuando pelo Benfica e pelo F. C. Porto, e destacou-se ainda como adjunto de José Mourinho.
  • Ao longo da carreira, ajudou a moldar grandes guarda-redes como Baía, Cech, Courtois, Júlio César, Casillas e De Gea, e conquistou duas Liga dos Campeões e duas Liga Europa.
  • No Benfica, foi titular a partir de 1986/87, ganhou o campeonato e a Taça de Portugal, antes de partir para o Inter em 1994; terminou a carreira no Salgueiros, em 1999/00, após passagens pelo V. Setúbal e pelo Porto.
  • Reações de Rui Costa, André Villas-Boas e Pedro Proença destacaram a sua dedicação, humanidade e legado no futebol português.

O guarda-redes Silvino Louro faleceu aos 67 anos, após uma longa batalha contra uma doença oncológica. Reconhecido pela disponibilidade para ouvir os amigos, deixou uma marca em várias aps de futebol, tanto como jogador como adjunto de Mourinho.

Durante a carreira, destacou-se no Benfica e no F C Porto, assumindo-se como titular na temporada 1986/87 e integrando uma geração consagrada no futebol português dos anos 80 e 90. Atingiu troféus nacionais e participou em finais europeias ao serviço do Benfica.

Mais tarde, consolidou-se como adjunto de José Mourinho, destacando-se como treinador de guarda-redes. Ajudou a moldar talentos como Baía, Cech, Courtois, Júlio César, Casillas e De Gea, contribuindo para vitórias na Liga dos Campeões e na Liga Europa pelos clubes em que trabalhou.

A carreira incluiu ainda passagens pelo Vitória de Setúbal, pelo FC Porto e pelo Salgueiros, terminando a carreira em 1999/00. popularizou-se pela sua atitude cordial, pelo humor e pela amizade que criou ao longo dos anos.

Reações

Rui Costa, presidente do Benfica, destacou a dedicação e a qualidade entre os postes, sublinhando que o legado vai para lá dos títulos, pela paixão ao serviço do clube.

André Villas-Boas, presidente do FC Porto, lembrou a relação profissional e pessoal com Louro, descrevendo-o como uma pessoa dócil, gentil e singular.

Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, referiu que Silvino Louro era uma figura consensual no futebol português, valorizando o seu caráter humano e a alegria que transmitia.

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