- Benfica ficou sem castigo após uma criança de 8 anos sofrer queimaduras no Estádio da Luz, em dezembro de 2024, durante o jogo Benfica-Estoril.
- O arquivamento ocorreu por falta de provas de que os ferimentos tenham sido provocados por material pirotécnico.
- A análise dos vestígios não permitiu identificar a natureza do objeto, a sua proveniência nem confirmar qualquer deflagração no local indicado (Bancada Norte, piso 3) às 19h23.
- Testemunhas foram inconclusivas: a mãe não conseguiu identificar o objeto nem o local de lançamento; o Diretor de Segurança afirmou que é quase impossível que o ferimento tenha vindo de engenhos deflagrados em setores distantes.
- Apesar do incidentes ser considerado lamentável, o Conselho de Disciplina não encontrou indícios suficientes para provar a violação do dever por parte do clube.
Na sequência de um jogo entre Benfica e Estoril, realizado no Estádio da Luz em dezembro de 2024, uma criança de 8 anos ficou ferida com queimaduras enquanto assistia ao encontro. O episódio motivou diligências por parte das autoridades desportivas.
O Conselho de Disciplina decidiu arquivar o caso, citando ausência de provas suficientes de que os ferimentos resultaram de material pirotécnico. Não houve confirmação de origem nem de qualquer deflagração no local.
As investigações concluíram que nem PSP, nem Assistentes de Recinto Desportivo, nem registos de videovigilância detetaram qualquer explosão na zona da Bancada Norte, piso 3, na hora específico do incidente, pelas 19:23h.
A prova testemunhal foi considerada inconclusiva. A mãe da criança não conseguiu identificar o objeto ou a origem do arremesso, e o Diretor de Segurança afirmou que não houve confirmação por parte dos ARD presentes.
Apesar dos ferimentos, o despacho sustenta que não há indícios suficientes para provar, com o grau de certeza exigível, que houve violação do dever por parte do clube, nem que o episódio tenha sido causado por pirotecnia.
O diploma final refere o incidente como lamentável, ressaltando a gravidade de lesões a um menor, mas ressalva a incerteza factual que inviabiliza a imputação de responsabilidade ao Benfica.
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