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Tiago Pinto rejeita ideia de que Pizzi, Almeida, Rafa e Grimaldo eram maus profissionais

Tiago Pinto critica narrativas sobre jogadores benfiquistas, defendendo Pizzi, André Almeida, Rafa e Grimaldo; recorda que Almeida jogou seis jogos com fratura de esforço

Tiago Pinto elogia a coragem de André Villas-Boas e Frederico Varandas
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  • Tiago Pinto, antigo Diretor Geral do Futebol do Benfica, é hoje Diretor Desportivo do Bournemouth.
  • Passou pela Roma, onde viveu com José Mourinho, cenário já conhecido pela imprensa.
  • Em entrevista ao podcast Final Cut, criticou narrativas injustas sobre antigos jogadores do Benfica, dizendo que Pizzi, André Almeida, Rafa e Grimaldo eram maus profissionais.
  • afirmou que essas acusações são “completamente absurdas e ridículas” e que apenas quem vive numa dimensão paralela pode sustentar-nas.
  • recordou o caso de André Almeida, que jogou seis encontros com uma fratura de esforço.

Tiago Pinto, actualmente Diretor Desportivo do Bournemouth, foi Director Geral do Futebol do Benfica e integrou a Roma, onde partilhou experiências com José Mourinho. Em entrevista ao podcast Final Cut, falou sobre o seu passado na estrutura benfiquista e na equipa italiana.

O dirigente mostrou-se crítico face a narrativas que, na sua visão, desvalorizam antigos jogadores do Benfica. Afirmou que é revoltante ver Pizzi, André Almeida, Rafa e Grimaldo descritos como maus profissionais, considerando tais avaliações infundadas.

Pinto destacou ainda a importância de reconhecer o trabalho dos atletas, mencionando um caso concreto de André Almeida que chegou a jogar seis jogos com uma fratura de esforço. Este ponto serviu para evidenciar o seu compromisso com o esforço dos jogadores.

Declarações sobre antigos jogadores

No diálogo, o ex-DG lembrou a necessidade de perceber o contexto de cada atleta, bem como a exigência de altos padrões de treino e competição. Recordou ainda a passagem pela Roma, onde conheceu Mourinho e a responsabilidade de gerir um plantel de topo.

O entrevistado enfatizou que as opiniões sobre a carreira de cada jogador devem ser baseadas em dados e plantas desportivas, não em julgamentos precipitados. A conversa também abordou a dinâmica entre clubes europeus e entender o valor de cada atleta.

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