- Conferência sobre aspetos da arbitragem no início da época, com intervenções de Luciano Gonçalves e Duarte Gomes, para promover transparência e melhoria.
- Foram discutidos treinos, planeamento, formação e avaliações de desempenho, bem como reformas e o Plano Nacional de Arbitragem, incluindo a intenção de triplicar o número de árbitros.
- O objetivo é aumentar a assertividade, reduzir o ruído externo e manter a independência, com diálogo entre clubes, autoridades e público.
- Abordaram gestão de pressão, punições, tempo de jogo e uso do VAR, com várias entrevistas e transcrições apresentadas.
- O Conselho de Arbitragem afirma que não haverá “jarras” e que a gestão dos árbitros será responsável, protegida e desenvolvida.
O Conselho de Arbitragem realizou uma conferência para apresentar o balanço do arranque da época, com foco na transparência, melhoria da arbitragem e planeamento de treino, formação e avaliação. Intervieram Luciano Gonçalves, presidente do CA, e Duarte Gomes, Diretor Técnico, numa sessão aberta ao público.
Foram discutidos os mecanismos de melhoria, incluindo o Plano Nacional de Arbitragem, bem como a intenção de triplicar o número de árbitros. O objetivo é aumentar a assertividade, reduzir o ruído externo e manter a independência, com diálogo contínuo com clubes, autoridades e público.
Diversas intervenções tocaram na gestão de pressão, punições mais eficazes, tempo de jogo e uso do VAR. O CA assegurou que não haverá situações de gestão negativa, afirmando que a gestão dos árbitros será responsável, protegida e desenvolvida.
Reformas e Planos
A sessão apresentou um conjunto de reformas e caminhos para o futuro, com avaliações de desempenho e planos de treino. O foco é consolidar a confiança no sistema de arbitragem, equilibrando responsabilidades com a proteção dos profissionais.
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