- No jantar de Natal, o presidente do Real Madrid, Florentino Pérez, voltou a acusar corrupção e injustiças por parte dos árbitros, recorrendo ao Caso Negreira.
- A Associação Espanhola de Árbitros de Futebol (AESAF) emitiu um comunicado firme a refutar as acusações e a defender a integridade dos árbitros.
- Foi lembrada a polémica à véspera da final da Taça do Rei, quando a equipa de arbitragem ameaçou não apitar, alegando pressões do clube merengue.
- O árbitro de vídeo González Fuertes, que dirigiu jogos da final, volta a ser defendido, com críticas a que teria tentado prejudicar o Real Madrid, que venceu por 2-1 frente ao Alavés.
- O texto ressalva que as entradas sobre Vinicius e Rodrygo não teriam sido pénaltis, mantendo o Caso Negreira como tema, com a AESAF a reafirmar apoio aos árbitros e negar suborno.
Durante o jantar de Natal do Real Madrid, Florentino Pérez voltou a denunciar corrupção e injustiças por parte dos árbitros espanhóis, mantendo o foco no Caso Negreira. O presidente do clube voltou a falar de supostas pressões sobre decisões importantes.
O tema emergiu na preparação para a final da Taça do Rei, em que a equipa de arbitragem ameaçou recusar apitar, segundo as declarações de Pérez. O dirigente criticou o trabalho do corpo arbitral em várias ocasiões anteriores.
González Fuertes, o VAR da final, voltou a atuar com o Real Madrid na última jornada contra o Alavés, mantendo a defesa de que não houve favorecimento. Pérez afirmou que o árbitro tentou prejudicar o clube, que venceu por 2-1.
Reação da AESAF
A Associação Espanhola de Árbitros de Futebol (AESAF) publicou um comunicado contundente, rejeitando as acusações de Florentino Pérez e mantendo apoio aos árbitros. A AESAF reiterou que não houve corrupção nem conluio.
A associação destacou o respeito institucional entre o Real Madrid e o corpo arbitral, negando qualquer ligação com o Caso Negreira. A defesa aponta que as declarações não correspondem à realidade das decisões dos árbitros.
Caso Negreira
O tema do Caso Negreira continua nos debates públicos, com a AESAF a defender a integridade dos profissionais. O órgão lembrou que as investigações independentes devem seguir os factos verificados.
O conteúdo analisa ainda as implicações para futuros jogos, incluindo, potencialmente, a confiança na arbitragem durante finais importantes. A nota está assinada por André Teixeira e pede comentários dos leitores.
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