- Pela primeira vez desde a chegada de Abel Ferreira, o Palmeiras não conquistou título na temporada.
- A presidente Leila Pereira defendeu alterações estatutárias para permitir um possível terceiro mandato, dizendo ter nascido para liderar no Palmeiras.
- Leila rejeitou colocar a culpa em terceiros, afirmando que a responsabilidade é do clube e dos atletas.
- Sobre a final da Libertadores contra o Flamengo, disse que não foi pela arbitragem e questionou como vencer se os jogadores não marcam golos.
- As declarações foram feitas na reunião do Conselho Deliberativo, citada pelo Estadão, e incluíram o objetivo de manter o protagonismo no clube.
A direção do Palmeiras viveu mais um capítulo conturbado nesta temporada, marcada pela ausência de títulos sob o comando de Abel Ferreira. Críticas às decisões de arbitragem foram frequentes, mas Leila Pereira pediu responsabilidade própria, sem apontar culpados externos.
Em reunião do Conselho Deliberativo, a presidente afirmou que não terceiriza a responsabilidade, destacando que é preciso encarar a verdade de frente. Questionou como vencer a Libertadores sem marcar gols e lembrou a derrota por 1-0 para o Flamengo na final.
Não houve defesa de justificações para a campanha recente; Leila reforçou que a equipa precisa melhorar para ser campeã. A referência à final e à arbitragem foi apresentada apenas como parte do contexto da temporada, segundo o relato do Estadão.
Mudanças estatutárias e liderança
Durante a sessão, Leila Pereira defendeu alterações no estatuto para permitir a candidatura a um terceiro mandato. A ideia foi apresentada como forma de ampliar o protagonismo da presidência no clube.
A dirigente ressaltou que nasceu para liderar no Palmeiras e não para ocupar apenas funções de vice ou assistente. O discurso visa consolidar uma liderança contínua, segundo relatos da reunião.
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