- Orlando Gill, guarda-redes do Paraguai, foi eleito pela FIFA o melhor em campo na derrota frente à França, por 0-1.
- O jogador disse que o Paraguai sai do Mundial 2026 de cabeça erguida.
- Lamentou o penálti assinalado sobre Désiré Doué que acabou por definir o marcador.
- Aposta que, sem esse penálti, poderiam ter chegado ao prolongamento, pois estavam a defender bem e a impedir oportunidades.
- Concluiu que o penálti decidido pelo VAR fez a diferença no jogo.
Orlando Gill, guarda-redes do Paraguai, foi eleito pela FIFA o melhor em campo na derrota frente à França, por 0-1, no Mundial 2026. O reconhecimento ocorreu apesar da derrota, que adiou o sonho de progressão no torneio.
O guarda-redes paraguaio destacou que a equipa entrou em campo com esforço e mostrou defensiva sólida durante a maior parte do encontro. O lance decisivo ficou marcado pelo penálti convertido pela França, na sequência de uma intervenção do VAR.
Gill admitiu que o resultado mudou com esse erro defensivo, enfatizando que, se o penalti não tivesse ocorrido, a equipa poderia ter forçado o prolongamento. O jogo acabou por confirmar a eliminação do Paraguai do Mundial 2026, com França a manter a vantagem até ao apito final.
A seleção paraguaia encerra a participação no torneio com a cabeça erguida, segundo o próprio guardião, que realçou a qualidade defensiva mostrada ao longo da partida e a eficácia francesa nas zonas decisivas.
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