- A Noruega perdeu por 4-1 frente à França, num jogo em que o seleccionador apontou perdas de bola em zonas críticas como determinantes.
- Stale Solbakken destacou que houve quatro grandes ocasiões na primeira parte e boas situações na segunda, mas a perda de posse em zonas estratégicas facilitou o golo adversário.
- O técnico explicou que, após o encontro com o Senegal, alguns jogadores ficaram com limitações físicas e, em conjunto com a equipa médica e os fisioterapeutas, decidiu‑se poupar Haaland e Odegaard.
- A decisão foi tomada para manter os jogadores aptos para os próximos jogos, mantendo a possibilidade de contarem com eles mais adiante no Mundial.
- A equipa ainda precisa de melhorar para enfrentar a Costa do Marfim, reconhecendo que o adversário é uma das formações mais físicas do torneio e que é necessário estar ao mais alto nível para chegar aos oitavos de final.
Stale Solbakken explicou as derrotas da Noruega frente à França, por 4-1, num encontro válido no Mundial. O treinador apontou falhas na gestão da posse de bola e perdas em zonas-chave como determinantes para o desfecho.
O técnico revelou que houve limitações físicas entre alguns jogadores após o jogo frente ao Senegal. Em conjunto com equipa médica e fisioterapeutas, decidiu-se pela ausência de Haaland e Odegaard, visando preservar a equipa para os próximos jogos.
A Nilda de concentração manteve-se alta durante a primeira parte, com quatro grandes ocasiões criadas, mas o que desequilibrou foi a transição rápida dos franceses. A Noruega segue dependente de manter o nível para avançar, com o foco no próximo desafio.
Ausências justificadas
Solbakken lembrou que as ausências servem para manter o plantel apto para o resto do Mundial, especialmente diante da Costa do Marfim, descrita como uma das equipas mais fortes fisicamente. O objetivo é melhorar a performance e chegar aos oitavos.
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