- O selecionador Roberto Martínez afirma que o tipo de alas não é uma questão relevante e destaca a possibilidade de várias duplas no flanco, incluindo Nuno Mendes, Bruno Fernandes, Bernardo Silva, Félix ou Trincão.
- Dignifica a ideia de usar extremos com perfis diferentes, destacando a flexibilidade para escolher momentos do jogo, ligações e adversário, sem se prender a uma fórmula única.
- Martínez elogia a “riqueza” de opções da equipa e sublinha que a seleção procura duplas diferentes e ideias tácteis distintas, sem alterações baseadas em emoção.
- Sobre o jogo com o Uzbequistão, o treinador ressalta a necessidade de manter a consistência, especialmente nos primeiros 20 minutos, e trabalhar mais a parte mental.
- A Portugal joga contra o Uzbequistão na quarta-feira, no Mundial de 2026, Grupo K; uma vitória apura para os 16 avos-de-final, enquanto empate ou derrota implicará depender da terceira jornada frente à Colômbia.
O treinador Roberto Martínez falou sobre a abordagem tática da seleção portuguesa, na antevisão ao jogo contra o Uzbequistão no Mundial 2026. O foco foi a posição dos alas, a escolha do onze e a repetição dos 20 minutos iniciais frente ao Congo, para melhorar o rendimento.
Martínez afirmou que não há uma definição rígida sobre o tipo de ala a privilegiar. Reforçou que existem várias combinações viáveis, incluindo duplas entre linhas com jogadores como Nuno Mendes, Bruno Fernandes, Bernardo Silva, Félix e Trincão. A ideia é adaptar-se ao adversário e ao momento do jogo.
O técnico espanhol mencionou ainda que a equipa tem de gerir o aspecto mental após o jogo com o Congo. Reconheceu que os primeiros 20 minutos foram positivos, mas os últimos 25 minutos da primeira parte foram abaixo do esperado. O objetivo é manter a disciplina e evitar reações emocionais.
Análise tática
Martínez destacou a capacidade de Portugal de explorar diferentes duplas e sistemas, mantendo a flexibilidade. O treinador mencionou que a equipa pode recorrer a alas com várias competências para abrir corredores aos laterais, conforme o cenário do jogo.
O adversário Uzbequistão foi descrito como uma equipa completa, com virtudes em linha de cinco, transições rápidas e boa bola parada. O seleccionador realçou que o conjunto asiático apresenta poucos defeitos, o que exige concentração constante dos portugueses.
Importância do resultado
No grupo K do Mundial, a vitória sobre o Uzbequistão permite o apuramento para os 16 avos-de-final, dependendo da posição no grupo. Em caso de empate ou derrota, ainda há uma última jornada frente à Colômbia, em Miami, para definir a passagem.
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