- A FIFA removeu 388 mil publicações abusivas nos primeiros oito dias do Mundial 2026, num total de 3,8 milhões monitorizadas.
- O serviço de proteção de redes sociais já analisou mais de 250 milhões de mensagens desde a fundação, identificando cerca de 30 milhões como abusivas.
- A remoção ocorreu durante o Mundial disputado nos Estados Unidos, no Canadá e no México, e já supera os registos da edição de Qatar 2022.
- A FIFA não detalhou a natureza das publicações removidas nem os critérios de identificação, apenas dizendo que foram conteúdos considerados prejudiciais relacionados ao Mundial 2026.
- O anúncio coincide com um fórum em Atlanta, em parceria com o TikTok e a cidade, celebrado no Dia Internacional contra o Discurso de Ódio, com a participação de figuras como George Weah e Mercy Akide.
A FIFA anunciou a remoção de 388 mil publicações abusivas já no oitavo dia do Mundial 2026, em competição disputada nos Estados Unidos, Canadá e México. Os conteúdos classificados como prejudiciais foram eliminados durante a fase inicial do torneio.
O serviço de proteção de redes sociais da FIFA já analisou mais de 250 milhões de mensagens desde a fundação, tendo identificado cerca de 30 milhões como abusivas. A operação atual, que resultou na remoção de 388 mil publics, visa o Mundial de 2026 e a luta contra o racismo.
A FIFA descreve o esforço como parte do seu plano contra o racismo, orientado para mudanças estruturais por via da educação, do envolvimento dos adeptos e do desenvolvimento de ferramentas para as federações mundiais. A entidade não detalha o conteúdo removido nem os critérios de identificação.
Fórum em Atlanta marca Dia Internacional contra o Discurso de Ódio
Em Atlanta, um fórum organizado pela FIFA em parceria com o TikTok e a cidade anfitriã decorreu no Centro Nacional de Direitos Civis e Humanos. O evento ocorreu horas antes do jogo entre República Checa e África do Sul, para debater intervenções contra o racismo.
Participaram figuras públicas, entre elas o ex-jogador e presidente da Libéria, George Weah, que alertou para a persistência do problema. A antiga internacional nigeriana Mercy Akide apelou ao envolvimento comunitário no combate ao ódio digital e físico.
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