- A Praça D. João I, no Porto, recebeu mais de oito mil adeptos para a estreia da seleção no Mundial, celebrando independentemente do resultado.
- O empate com o Congo não abrandou a festa: os adeptos mantêm a fé de que a taça pode vir para Portugal.
- Os testemunhos vão desde crianças a idosos, todos a partilhar entusiasmo, esperança e união entre fãs de várias equipas nacionais.
- A assistir ao jogo, houve desde gritos de celebração a lágrimas, com o público a acreditar no potencial da equipa, apesar do golo adversário no fim da primeira parte.
- Um sentimento comum: “Jogando bem ou mal, a taça tem de ser de Portugal”, refletindo a determinação e o apoio contínuo dos adeptos.
No final da tarde desta quarta-feira, a Praça D. João I, no Porto, recebeu mais de oito mil adeptos que acompanharam a estreia do Portugal no Mundial. O empate frente ao Congo não afastou o entusiasmo da massa adepta, que manteve a esperança na conquista da taça.
A multidão vestia camisolas e exibiu bandeiras vermelhas, verdes e amarelas, num habitat que se transforma em palco de apoio à seleção durante o campeonato. Entre gritos, danças e emoção, houve espaço para celebração e lágrimas, desde crianças a anciãos.
Vitória, de apenas seis anos, vive pela primeira vez um Mundial e quer ver Cristiano Ronaldo a marcar. Aos 83 anos, José Pereira acredita que este é um dos conjuntos mais fortes que Portugal já levou a um torneio, apesar da concorrência. Acha ainda que há adversários bem preparados.
Maria José, de 63, ressalva que, mesmo com o golo do Congo no final da primeira parte, o ambiente manteve-se festivo porque a seleção é sempre motivo de celebração para quem a acompanha. Ela recorda os longos anos na Suíça e afirma que ver Portugal é indescritível.
Os mais jovens partilham a emoção. Miguel, 15, admite que o resultado não foi o esperado, mas reforça o apoio constante e acredita que Portugal pode vencer. Lia Lemos, 16, diz que a equipa poderia ter feito mais, mas que a taça ainda pode vir.
Entre amigos de diferentes clubes, Eduardo Tomás e João Mendes, de 20 e 23 anos, destacam a união entre adeptos. João pede apenas que o percurso seja semelhante ao do Euro 2016, enquanto Eduardo afirma que a sensação é de que a taça pertence a Portugal, independentemente do desempenho em cada jogo.
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