- O Brasil defronta o Haiti na madrugada de sábado, às 01h30, tentando superar o empate 1-1 com Marrocos na estreia.
- Danilo afirmou que a seleção não tem a maturidade da França ou da Argentina, mas pode evoluir e chegar longe.
- Ressalvou que a primeira parte frente a Marrocos ficou aquém do esperado, e que é preciso analisar tudo com clareza.
- Explicou que há um núcleo duro de jogadores que costuma titular e alguns em rotação; cerca de 80% da equipa já está definida para o jogo contra o Haiti, com três ou quatro nomes em aberto.
- Aos 34 anos, disputa a titularidade na direita da defesa com Roger Ibañez, após lesões de Éder Militão e Wesley.
O Brasil defronta o Haiti na madrugada de sábado, às 01h30, numa segunda partida desta fase de grupos. A atuação anterior, terminou empatada a 1 contra o Marrocos, deixando ainda espaço para melhoria.
Danilo, que substituiu na posição de lateral-direito na segunda parte frente aos marroquinos, pediu prudência aos adeptos. O defesa reconhece que a equipa não tem a maturidade de selecções como França ou Argentina, mas pode alcançar um bom desempenho e avançar no torneio.
O jogador, de 34 anos, explicou que há um núcleo de titulares estáveis e uma percentagem da equipa já definida para o jogo com o Haiti. Além disso, existem três ou quatro lugares ainda abertos conforme o adversário e a estratégia do dia.
A pressão pela vaga no lado direito recai sobre Danilo, em confronto com Roger Ibañez, após as lesões de Éder Militão e Wesley antes do Mundial. O confronto com o Haiti vai exigir ajustes táticos e adaptação rápida.
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