- A seleção do Irão continua sob tensão, com manifestações marcadas para segunda-feira em Inglewood por causa da bandeira pré-Revolução Islâmica com leão e sol.
- Ameaçam parar o jogo se forem detetados símbolos hostis à República Islâmica durante o evento, incluindo o momento do hino.
- Mehdi Taremi afirma que o ambiente neste Mundial não é o mesmo que noutros, observando uma “muita tensão” e uma sensação de estranheza.
- O Irão disputará os três jogos da fase de grupos nos EUA: Nova Zelândia (16), Bélgica (21) e Egito (27).
- Por questões políticas, os iranianos terão de viajar diariamente para Tijuana, e a presença nas bancadas continua incerta após acusações de retirada de bilhetes aos adeptos iranianos.
O clima em torno da seleção iraniana continua tenso com a participação no Mundial. Em Inglewood, marcadas para segunda-feira manifestações pela utilização de símbolos da bandeira pré-Revolução Islâmica, verde, branco e vermelho com leão e sol. Há previsão de vaias ao hino, como ocorreu em 2022 no Qatar. O governo iraniano já avisou que vai monitorizar bandeiras e cânticos.
Mehdi Taremi, antigo jogador do FC Porto, comentou o ambiente vivenciado pela equipa. O avançado afirmou que este não é o mesmo Mundial de anos anteriores e descreveu uma “muita tensão”. Observou ainda que pode ser uma percepção sua, mas espera que tudo decorra bem com o início da competição.
A seleção iraniana disputa três jogos da fase de grupos nos Estados Unidos: Nova Zelândia (16), Bélgica (21) e Egito (27). O evento acontece num contexto em que os iranianos podem ter dificuldades de deslocação entre estados para os encontros, devido a restrições impostas por Washington.
A dinâmica de apoio de fãs persiste como incógnita. O Irão acusou os EUA de restringirem a participação de adeptos na bancada, o que pode refletir-se na presença diária de deslocações entre estados para assistir aos jogos em Tijuana, onde a equipa está hospedada.
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