- Ceferin criticou a expansão do Mundial de 2026 para quatro8 seleções, alegando que há um “alto número de jogos desinteressantes”.
- Treze federações, incluindo Cabo Verde, Curaçao, Uzbequistão, Congo, Haiti, Argélia, Tunísia, Marrocos, Egito, Gana, Senegal, Costa do Marfim e África do Sul, assinam uma carta de repúdio.
- A carta afirma que para os países não existe nenhum jogo do Mundial sem importância e que a qualificação é um feito histórico.
- Afirma que o futebol não pertence a um grupo restrito de dirigentes e que a força está na sua universalidade, com o Mundial a reunir diferentes culturas e histórias.
- Reitera que cada nação qualificada merece respeito e que cada jogo conta; cada equipa qualificou-se por mérito próprio.
Na terça-feira, durante uma visita à Eslovénia, Aleksander Ceferin manifestou publicamente o seu desacordo com o alargamento do Mundial 2026 para 48 seleções, alegando haver um elevado número de jogos sem interesse. Dias depois, 13 federações, entre debutantes e potências, emitiram um comunicado de repúdio.
As federações signatárias destacam que nenhum encontro do Mundial é desimportante e que a qualificação representa um feito histórico para as suas regiões. A carta acusa Ceferin de menosprezar o trabalho, os sacrifícios e as aspirações de jogadores, treinadores, clubes, dirigentes e adeptos.
Entre as entidades que assinam estão Cabo Verde, Curaçao e Uzbequistão, juntamente com Congo, Haiti, Argélia, Tunísia, Marrocos, Egito, Gana, Senegal, Costa do Marfim e África do Sul. O total representa mais de um quarto dos participantes no próximo Mundial.
A mensagem reitera que o futebol não pertence a um grupo restrito de dirigentes e sublinha a importância universal do Mundial. Afirmam que a participação de cada nação é merecedora de respeito e que cada jogo tem valor para comunidades inteiras.
Entre na conversa da comunidade