- Vitinha diz que a final está longe e que o foco inicial é o jogo com o Congo, abrindo o Mundial.
- A seleção já está em Miami para preparar o arranque do Mundial, num ambiente onde a maioria já tem experiência.
- O jogador afirma que a equipa é de grande qualidade, mas não se define como favorita; pretende jogar de forma humilde, jogo a jogo.
- Vitinha destaca o apoio da comunidade emigrante e diz que os jogadores são bem recebidos desde a chegada.
- Foi entregue uma pulseira com os nomes dos jogadores, oferecida pelo Primeiro-Ministro de Montenegro, incluindo o nome de Diogo Jota.
Vitinha afirmou que a final ainda está distante, apontando que o foco imediato é o jogo frente ao Congo. O jogador da seleção nacional falou também sobre a adaptação aos Estados Unidos, onde a equipa já está em Miami para o Campeonato do Mundo. O ambiente lembra bastante o Mundial de Clubes, segundo o médio.
Na entrevista, Vitinha explicou o significado das pulseiras oferecidas pelo Primeiro-Ministro do Montenegro, que trazem o nome de todos os jogadores da equipa, incluindo Diogo Jota. Ele destacou a receção calorosa que tiveram desde o aeroporto até ao centro de treinos.
Adaptação e objetivos
O jogador de 26 anos reforçou a percepção de que a seleção tem qualidade e talento, reconhecendo a bênção de ter jogadores a atuar em clubes de renome. Contudo, avisou que o papel, não o papel, é o que importa: humildade e trabalho diário são essenciais para o sucesso.
Sobre o Mundial, Vitinha mostrou ambição, mencionando que quer ganhar títulos, incluindo o Mundial, sem deixar de assinalar que o caminho começa pela competição com o Congo. O atleta afirmou que não encaram a equipa como favorita, mas como candidata aos feitos possíveis.
Ambiente e liderança
O internacional elogiou o ambiente do grupo e a forma como o treino tem corrido, destacando a importância da dedicação constante. Afirmou que a comunidade emigrante tem um papel de apoio relevante e que a equipa sabe representar o país com orgulho, apesar da distância.
Relativamente a jogadas com figuras históricas, Vitinha descreveu a experiência de ter compartilhado o campo com Lionel Messi e Cristiano Ronaldo como um privilégio que o inspira a seguir a aprender. Enalteceu o profissionalismo e o impacto dos dois nos treinos diários.
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