- Carlo Ancelotti levou para o treino da seleção brasileira um acessório inspirado na NFL, usando uma faixa elástica no pulso com instruções de bolas paradas.
- A faixa foi usada por Marquinhos e Gabriel, dois centrais, para sinalizar táticas de bolas paradas durante o treino.
- No NFL, o equipamento funciona como sinalização de números que o jogador lê no braço, em vez de ouvir instruções do treinador.
- A estratégia não deverá ser aplicada nos jogos, mas foi amplamente discutida e trabalhada com Francesco Mauri, o treinador adjunto responsável pelas bolas paradas.
- O guarda-redes Alisson reforçou a importância da bola parada neste Mundial e destacou o contributo de Gabriel Magalhães e de outros jogadores para esse aspeto.
A seleção brasileira inicia hoje a defesa do título no 23º Mundial consecutivo, com o jogo de estreia contra Marrocos marcado para as 23h. A preparação incluiu uma abordagem inspirada no futebol americano, aplicada durante o treino.
Durante a sessão, os centrais Marquinhos e Gabriel utilizaram uma faixa elástica no pulso com instruções visuais de bolas paradas. No NFL, esse acessório orienta o jogador por sinais, em vez de instruções verbais do treinador. A prática foi conduzida por Francesco Mauri, adjunto responsável pelas bolas paradas.
Embora não vá sendo utilizada nos jogos, o treino serviu para explorar novas estratégias de bola parada. Mauri orientou a equipa a avaliar diferentes cenários para as ações paradas, tanto ofensivas como defensivas.
Treino e bola parada
Alisson Becker ressaltou a importância da bola parada no Mundial, afirmando que a equipa a encara como elemento-chave do desempenho. O guarda-redes destacou o papel de Gabriel Magalhães e de outros jogadores que podem marcar presença nesses lances.
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