A República Democrática do Congo regressa a uma fase final do Mundial pela primeira vez desde 1974, quando disputava como Zaire. A qualificação ocorreu ao vencer um play-off intercontinental frente à Jamaica, assegurando o lugar no torneio. O grupo K fica completo com Portugal, em jogo marcado para 17 de junho, em Houston.
O selecionador Sébastien Desabre, treinador francês com vasta experiência no continente, montou uma equipa sólida defensivamente. Nas eliminatórias, a RD Congo sofreu apenas sete golos em 13 jogos, e venceu até ao fim as partidas decisivas frente a Camarões, Nigéria (penáltis) e Jamaica (prolongamento).
A equipa congolesa recorre à diáspora, com jogadores formados em clubes europeus de topo. Dois exemplos recentes são Aaron Wan-Bissaka e Axel Tuanzebe, ambos com formação na Premier League. O capitão é Chancel Mbemba, defesa-central com passagem pelo FC Porto; Cédric Bakambu é o ponta de lança com maior experiência; Noah Sadiki (meio-campo) destacou-se na Premier League; Yoane Wissa, extremo do Newcastle, é uma peça importante do ataque.
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