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A RD Congo regressa a um Mundial 52 anos depois, ao vencer o play-off intercontinental contra a Jamaica.
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Em 1974, quando era conhecido como Zaire, o país teve três derrotas, sem golos marcados e 14 sofridos.
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O primeiro adversário de Portugal no Grupo K, a jogar a 17 de junho em Houston, é uma equipa sólida e bem organizada.
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Sob o comando do técnico Sébastien Desabre, a seleção congolesa sofre poucos golos (sete em 13 jogos de qualificação) e luta até ao fim.
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A equipa é formada na diáspora, com jogadores de formação europeia; destaque para o capitão Chancel Mbemba, Cédric Bakambu, Yoane Wissa, Aaron Wan-Bissaka e Axel Tuanzebe.
A República Democrática do Congo regressa a uma fase final do Mundial pela primeira vez desde 1974, quando disputava como Zaire. A qualificação ocorreu ao vencer um play-off intercontinental frente à Jamaica, assegurando o lugar no torneio. O grupo K fica completo com Portugal, em jogo marcado para 17 de junho, em Houston.
O selecionador Sébastien Desabre, treinador francês com vasta experiência no continente, montou uma equipa sólida defensivamente. Nas eliminatórias, a RD Congo sofreu apenas sete golos em 13 jogos, e venceu até ao fim as partidas decisivas frente a Camarões, Nigéria (penáltis) e Jamaica (prolongamento).
A equipa congolesa recorre à diáspora, com jogadores formados em clubes europeus de topo. Dois exemplos recentes são Aaron Wan-Bissaka e Axel Tuanzebe, ambos com formação na Premier League. O capitão é Chancel Mbemba, defesa-central com passagem pelo FC Porto; Cédric Bakambu é o ponta de lança com maior experiência; Noah Sadiki (meio-campo) destacou-se na Premier League; Yoane Wissa, extremo do Newcastle, é uma peça importante do ataque.
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