Gus Hully, adepto inglês de futebol, concluiu uma coleção inusitada: cervejas de todos os 48 países presentes no Mundial de 2026. O desafio começou em 2018 e foi cumprido pouco antes do pontapé de saída do torneio, em 2026, numa operação que envolveu muita pesquisa e trocas.
O britânico, fã do Cheltenham Town, publicou nas redes sociais a montagem com as 48 garrafas à frente da camisola inglesa. A seleção de Portugal recaiu sobre a Super Bock, mantendo a tradição desde 2018, quando escolheu Sagres.
Desafio do Iraque
A maior dificuldade surgiu com o Iraque, onde não há cerveja habitualmente vendida. Hully recorreu a contactos na internet e acabou comprando uma garrafa sem álcool com sabor a ananás por cerca de 35 euros.
Negociações e trocas
Para completar a coleção, houve trocas de cervejas entre colecionadores de vários países. Garantiu uma lata da Fizzin na Finlândia e troca de uma bebida do Panamá por outra da Arábia Saudita, entre outras negociações.
Custos e método
O total investido ultrapassou 250 euros. Em países onde a bebida é restrita, o colecionador optou por malte sem álcool como alternativa. Em alguns casos, adquiriu itens de vendedores internacionais para obter as garrafas desejadas.
Próximos passos
Com a coleção completa, Hully planeia abrir cada oportunidade de ver a equipa eliminada da competição. O objetivo é brindar à participação dos países, independentemente do desfecho do Mundial.
Aguardam-se relatos de como a logística foi gerida e quais são as receções dos fãs às escolhas de cada país. O desafio de 2026 fica marcado pela diversidade de garrafas e pela pesquisa dedicada de um colecionador britânico.
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