- O adepto inglês Gus Hully, fã do Cheltenham Town, coleciona cervejas de todos os países que disputam grandes competições desde 2016.
- Em 2026, com 48 seleções, concluiu a missão e publicou a foto com as 48 cervejas, vestindo a camisola de Inglaterra.
- Portugal ficou representado pela Super Bock; desde 2018 a opção era Sagres.
- Procurou uma cerveja iraquiana em várias fontes, mas só encontrou opções sem álcool com sabor a ananás, adquiridas por 30 libras (35 euros) de um vendedor na Polónia; para Qatar e Arábia Saudita usou bebidas de malte sem álcool.
- A coleção já custou mais de 250 euros e, agora, planeia beber cada cerveja à medida que as equipas forem eliminadas, brindando à participação de cada selecção.
Gus Hully, adepto inglês de futebol, concluiu uma coleção inusitada: cervejas de todos os 48 países presentes no Mundial de 2026. O desafio começou em 2018 e foi cumprido pouco antes do pontapé de saída do torneio, em 2026, numa operação que envolveu muita pesquisa e trocas.
O britânico, fã do Cheltenham Town, publicou nas redes sociais a montagem com as 48 garrafas à frente da camisola inglesa. A seleção de Portugal recaiu sobre a Super Bock, mantendo a tradição desde 2018, quando escolheu Sagres.
Desafio do Iraque
A maior dificuldade surgiu com o Iraque, onde não há cerveja habitualmente vendida. Hully recorreu a contactos na internet e acabou comprando uma garrafa sem álcool com sabor a ananás por cerca de 35 euros.
Negociações e trocas
Para completar a coleção, houve trocas de cervejas entre colecionadores de vários países. Garantiu uma lata da Fizzin na Finlândia e troca de uma bebida do Panamá por outra da Arábia Saudita, entre outras negociações.
Custos e método
O total investido ultrapassou 250 euros. Em países onde a bebida é restrita, o colecionador optou por malte sem álcool como alternativa. Em alguns casos, adquiriu itens de vendedores internacionais para obter as garrafas desejadas.
Próximos passos
Com a coleção completa, Hully planeia abrir cada oportunidade de ver a equipa eliminada da competição. O objetivo é brindar à participação dos países, independentemente do desfecho do Mundial.
Aguardam-se relatos de como a logística foi gerida e quais são as receções dos fãs às escolhas de cada país. O desafio de 2026 fica marcado pela diversidade de garrafas e pela pesquisa dedicada de um colecionador britânico.
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