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Martínez aposta em flexibilidade tática no Mundial para melhorar a equipa

Foco na melhoria da equipa e na flexibilidade tática no Mundial; treino com Chile serve para testar opções e dar oportunidades a todos

Roberto Martínez
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  • O foco do jogo com o Chile é melhorar a equipa, não ganhar, segundo Roberto Martínez, na antevisão ao primeiro encontro de preparação para o Mundial no Jamor.
  • O seleccionador quer uma equipa com grande flexibilidade tática, incluindo aspetos defensivos, para adaptar-se sem rigidez excessiva.
  • Todos terão oportunidades nos dois jogos e o onze inicial deverá abrir-se a várias opções e dinâmicas.
  • Embora possa haver vitória mesmo com atuações não perfeitas, o foco é jogar bem, controlar a bola e o espaço.
  • O Chile e a Nigéria foram escolhidos por semelhanças com rivais do grupo e pela importância de jogar diante dos adeptos, no Jamor e depois frente à Nigéria.

O selecionador de Portugal, Roberto Martínez, afirmou que o jogo de preparação frente ao Chile, marcado para este sábado no Jamor, serve sobretudo para testar a equipa e observar a produção de várias opções de todos os jogadores. O objetivo não é a vitória isolada, mas a melhoria coletiva antes do Mundial.

Martínez sublinhou a necessidade de flexibilidade tática adquirida na fase de preparação para o Mundial da Rússia, onde sete jogos ajudaram a perceber que a equipa não pode ter sistemas rígidos. O técnico quer treinar também aspetos defensivos, mantendo, porém, a capacidade de adaptar a estratégia consoante o adversário.

No encontro com o Chile, o selecionador pretende abrir o plantel a todas as opções, garantindo oportunidades para diferentes jogadores. A ideia é não depender de um onze fixo, mas explorar várias dinâmicas com vista ao torneio.

Plano de preparação e valores

O foco continua a ser o desempenho coletivo, com o objetivo de controlar o jogo, manter a posse de bola e gerir o espaço. Sobre vencer ou não, Martínez prefere defender que o mais importante é jogar bem e manter a equipa em controlo durante o encontro. O Chile foi escolhido por ter semelhanças com rivais da fase de grupos, em termos de combate e estilo sul-americano, para facilitar a adaptação.

Além do Chile, Portugal tem ainda um segundo teste frente à Nigéria, no dia 10, como parte da calendarização de preparação. A dupla parte de uma ideia comum: a afinidade entre os adversários escolhidos e os próximos oponentes na fase de grupos. O objetivo é ganhar experiência, ajustar rotinas colectivas e consolidar a forma antes do campeonato.

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