- No Mundial 2026, há quarenta e oito seleções e 1.248 jogadores presentes, com 289 a representar seleções que não nasceram.
- Quase um quarto dos jogadores vão representar o país de nascimento diferente do habitual, segundo o jornalista Jaime Macias (Telemundo).
- Curaçau destaca-se: 25 dos 26 convocados nasceram na Holanda, apenas Tahith Chong nasceu na ilha.
- Entre os países com maior contingente de ‘estrangeiros’, Cabo Verde tem 14 dos 26, seguido pela RD Congo (20) e Marrocos (19).
- Existem apenas oito países com equipa 100% local: África do Sul, Arábia Saudita, Áustria, Brasil, Colômbia, Panamá, República Checa e Suécia.
Com 48 seleções e 1.248 jogadores no Mundial de 2026, o torneio registra um número recorde de atletas. Desses, 289 vão representar um país de nascimento diferente do seu.
Curaçau destaca-se neste fenómeno: 25 dos 26 jogadores do plantel nasceram nos Países Baixos. Tahith Chong é o único a ter nascido na ilha. Este padrão repete-se, de forma significativa, noutras equipas.
Além de Curaçau, a lista evidencia a RD Congo com 20 jogadores ‘estrangeiros’ e Marrocos com 19. Na Europa, a Bósnia-Herzegovina lidera entre as seleções locais com 17 jogadores nascidos fora do país.
Portugal, casos específicos
Portugal tem dois atletas nesta lista de jogadores nascidos no estrangeiro: Matheus Nunes, nascido no Rio de Janeiro, e Diogo Costa, natural de Rothrist, na Suíça. Similarmente, Noruega, Uruguai, Irão e Argentina também contam com atletas nascidos fora do país.
Entre os exemplos, Erling Haaland do Noruega nasceu em Leeds, enquanto Rodrigo Zalazar, reforço uruguaio para 2026/27, nasceu em Albacete, Espanha.
Países com equipa 100% local
Segundo os cálculos, apenas oito países apresentam plantéis inteiramente compostos por jogadores nascidos no próprio território: África do Sul, Arábia Saudita, Áustria, Brasil, Colômbia, Panamá, República Checa e Suécia.
Entre na conversa da comunidade