Em Alta Copa do Mundo futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Mundial: ausentes marcantes, gigantes esquecidos e regressos chamam atenção

Itália falha o terceiro Mundial consecutivo, agravando a crise histórica; regressos e retornos prometem um torneio marcado por ausências e surpresas

Jogadores italianos após eliminação frente à Bósnia
0:00
Carregando...
0:00
  • Itália, tetracampeã mundial, falha pela terceira vez consecutiva um Mundial, desde a última participação em 2014.
  • Várias seleções que estiveram no Qatar em 2022 ficam de fora, incluindo Bélgica, Dinamarca, Polónia, País de Gales, Camarões, Sérvia e Costa Rica. Nigéria, Rússia e Islândia repetem ausência.
  • Roménia e Irlanda somam longas ausências: sete Mundiais para a Roménia e seis para a Irlanda desde 1998/2002.
  • Cuba (1938), Indonésia (1938), Israel (1970) e Jamaica (1998) ficaram marcadas por participações históricas únicas; China continua sem retorno a Mundiais após 2002.
  • Regresso de grandes seleções: Japão, Arábia Saudita e Argélia qualificados; Turquia, Noruega, Escócia, Áustria, Chéquia e Paraguai também retornam, prometendo um Mundial de 2026 com muitos registos e esperanças.

O Mundial de 2026 traz de volta seleções históricas ao maior palco do futebol, mas também deixa de fora nomes bem conhecidos. Itália volta a falhar, repetindo uma ausência de três Mundiais seguidos, desde 2014, num revés que marca uma das crises mais profundas da trajetória da Squadra Azzurra.

Entre as ausências, há várias seleções que estiveram no Qatar em 2022. Bélgica, Dinamarca, Polónia, País de Gales, Camarões, Sérvia e Costa Rica não garantiram a qualificação. Nigéria, Rússia e Islândia ficarão de fora pela segunda edição consecutiva, repetindo a ausência desde 2018.

Outras paragens mais longas continuam a definir o torneio. Eslováquia e Eslovénia somam quatro Mundiais consecutivos fora desde 2010. Grécia e Chile voltam a ficar ausentes há três edições, após o regresso apenas em 2014 no Brasil. Roménia e Irlanda destacam-se pela duração: sete e seis Mundiais sem presença, respetivamente.

Entre os grandes ausentes, Itália surge como marco de uma geração com quatro títulos mundiais, o último conquistado em Berlim, em 2006. A trajetória recente envolve eliminações dolorosas nas fases finais de 2018, 2022 e 2026, aumentando a distância para o apuramento.

A Roménia, outrora destacada pela geração de Gheorghe Hagi em 1994, permanece sem presença desde França 1998. A equipa não se qualificou para os Mundiais seguintes, mantendo-se firme nas competições continentais. O regresso continua em aberto.

O País de Gales viu o retorno aos Mundiais apenas em 2022, após 64 anos de espera, em um feito histórico. O desfecho de 2026, eliminado pela Bósnia-Herzegovina, deixou a nação sem presença no torneio, apesar do passado vitorioso.

Entre outras histórias marcantes, a Coreia do Norte ficou famosa pelo feito de 1966, quando chegou aos quartos de final. A participação seguinte foi apenas em 2010, e desde então não voltou a qualificar-se para a fase final.

O Canadá, que estreou em 1986, voltou ao Mundial em 2022 após 36 anos, liderado por Alphonso Davies, mas repetiu a ausência de pontos. A equipa coorganiza o Mundial de 2026 e luta pela qualificação no grupo com Bósnia-Herzegovina, Qatar e Suíça.

A Irlanda encerrou uma sequência de participações notáveis com a eliminação nos play-offs de qualificação europeia, perdendo para a Chequia nos penáltis. O feito de Itália 1990, que manteve vivo o sonho irlandês, continua a ser lembrado.

Quem ficou para trás também inclui Cuba, Indonésia, Israel, Jamaica e China, seleções com participação histórica mas ausentes no Mundial atual. Cuba alcançou os quartos de final em 1938; Indonésia foi pioneira entre os asiáticos em 1938; Israel disputou apenas uma vez, em 1970; Jamaica brilhou em 1998; a China permanece sem continuidade desde 2002.

Quanto aos regressoes, Japão, Arábia Saudita e Argélia asseguraram presença contínua, enquanto Turquia retorna pela primeira vez desde 2002 e a Noruega volta com uma nova geração liderada por Erling Haaland. Escócia, Áustria, Chéquia e Paraguai também retornam, fortalecendo o plantel histórico do torneio.

O Mundial de 2026 promete uma mistura de regressos, ausências prolongadas e novas esperanças. Para alguns países, a ausência é apenas temporária; para outros, é um sinal de ferida que persiste na memória do futebol nacional.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais