- O Qatar partilha com parceiros na América do Norte a experiência na organização do Mundial, a poucos dias de o Mundial de 2026 iniciar.
- A edição de 2026 vai realizar-se em três países — Estados Unidos, Canadá e México — com um recorde de 104 jogos e 48 seleções.
- Sob um acordo entre a Federação Internacional de Futebol e o Comité Supremo do Qatar, técnicos e outros intervenientes-chave são destacados para as cidades anfitriãs na América do Norte para partilhar know‑how.
- O presidente da FIFA, Gianni Infantino, elogiou o compromisso do Qatar e a qualidade da organização, durante a assinatura do memorando de entendimento.
- As autoridades do Qatar apresentam o legado das infraestruturas como base para futuros eventos, incluindo Jogos Asiáticos em 2030 e outros grandes torneios internacionais.
O Qatar está a partilhar a experiência de organização do Mundial com a América do Norte, menos de quatro anos depois de ter organizado a edição de 2022. O objetivo é transmitir know-how em operações, logística, envolvimento dos adeptos e tecnologia.
Sob um acordo entre a FIFA e o Comité Supremo para a Organização e Legado do Qatar, especialistas deixaram o país e trabalham em várias cidades dos EUA e do Canadá. A presença abrange operações do torneio, preparação de equipas de trabalho e hospitalidade.
O processo, iniciado no mês passado, envolve delegações que ajudam as cidades anfitriãs a adaptar práticas bem-sucedidas de Doha. A iniciativa consolida uma parceria já firmada entre as duas instituições.
Exportar know-how
Na cerimónia de assinatura, o presidente da FIFA destacou o compromisso do Qatar e o valor da experiência acumulada, especialmente em infraestruturas, hotéis, aeroportos, transportes e competências de equipas.
O director-executivo do comité referiu que o intercâmbio é contínuo, com o objetivo de manter a confiança da FIFA ao longo de novos eventos internacionais. A colaboração já resultou em vários torneios realizados pela FIFA.
Mundial 2026: o que está em jogo
O Mundial de 2026 será disputado em EUA, Canadá e México, com 104 jogos e 48 seleções. O Qatar, apesar de não ser anfitrião, pretende manter presença decisiva no legado da competição.
Para já, o Qatar enfatiza a importância de manter padrões elevados de organização e de acolhimento, aprendendo com as experiências de 2022. As autoridades destacam o papel da cooperação internacional no desporto.
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