O Qatar está a partilhar a experiência de organização do Mundial com a América do Norte, menos de quatro anos depois de ter organizado a edição de 2022. O objetivo é transmitir know-how em operações, logística, envolvimento dos adeptos e tecnologia.
Sob um acordo entre a FIFA e o Comité Supremo para a Organização e Legado do Qatar, especialistas deixaram o país e trabalham em várias cidades dos EUA e do Canadá. A presença abrange operações do torneio, preparação de equipas de trabalho e hospitalidade.
O processo, iniciado no mês passado, envolve delegações que ajudam as cidades anfitriãs a adaptar práticas bem-sucedidas de Doha. A iniciativa consolida uma parceria já firmada entre as duas instituições.
Exportar know-how
Na cerimónia de assinatura, o presidente da FIFA destacou o compromisso do Qatar e o valor da experiência acumulada, especialmente em infraestruturas, hotéis, aeroportos, transportes e competências de equipas.
O director-executivo do comité referiu que o intercâmbio é contínuo, com o objetivo de manter a confiança da FIFA ao longo de novos eventos internacionais. A colaboração já resultou em vários torneios realizados pela FIFA.
Mundial 2026: o que está em jogo
O Mundial de 2026 será disputado em EUA, Canadá e México, com 104 jogos e 48 seleções. O Qatar, apesar de não ser anfitrião, pretende manter presença decisiva no legado da competição.
Para já, o Qatar enfatiza a importância de manter padrões elevados de organização e de acolhimento, aprendendo com as experiências de 2022. As autoridades destacam o papel da cooperação internacional no desporto.
Entre na conversa da comunidade