- Fabio Cannavaro, ex-capitão da Itália, dirige o Uzbequistão no seu primeiro Mundial, preparando-se para a competição.
- O Uzbequistão integra um grupo com Congo, Colômbia e Portugal, representando uma presença histórica no torneio.
- Cannavaro diz que o Mundial é imprevisível e que as equipas concorrentes estão entre as mais fortes do mundo, mas tudo pode acontecer.
- O treinador explica que a ambição dos jogadores é grande e que é importante desfrutar do momento e não ter nada a perder.
- Os jogadores Otabek Shukurov e Umarali Rahmonaliyev destacam a importância da pressão criativa e da competitividade interna para lutar por um lugar na equipa.
Fabio Cannavaro assume o Uzbequistão para o Mundial 2026, na defesa de uma primeira presença no torneio. A entrevista exclusiva à Euronews revela a visão do antigo capitão italiano sobre a nova geração. Cannavaro treina a seleção uzbeque com o objetivo de crescer no palco mundial.
O internacional uzbeque, que venceu o Mundial em 2006, destaca que a equipa chega sem pressão, com ambição de aprender, trabalhar e evoluir. O Uzbequistão qualificou-se pela primeira vez para o torneio, marca histórica para o país da Ásia Central.
A fase de preparação envolve um grupo difícil no Mundial, com a Colômbia, a Colômbia de James Rodríguez e Luis Díaz, além de Portugal com Cristiano Ronaldo. Cannavaro afirma que tudo pode acontecer no evento, dada a natureza imprevisível do torneio.
Perspetiva de Cannavaro
A lenda italiana afirma que o Mundial é um palco exigente, onde selecções entre as 20 melhores do mundo podem surpreender. O foco está em aproveitar cada momento e aprender com o confronto frente a adversários de peso.
Cannavaro comenta que muitos oponentes atuam em ligas fortes, como a Ligue 1 e a Premier League, o que torna os jogos difíceis. A ideia central é manter a visão de competição do Mundial, independentemente do rival.
O técnico aponta que a experiência de estar no banco de uma equipa que disputa o Mundial é um privilégio, e que o ambiente ao redor é excepcional. O objetivo é chegar com mentalidade competitiva, sem receios.
Vozes da equipa
O meio-campista Otabek Shukurov, do Baniyas, diz que a equipa tenta abrandar a pressão para focar no significado da participação histórica. A mensagem é de desfrutar o momento e mostrar o potencial do Uzbequistão.
O jovem Umarali Rahmonaliyev, jogador do Azerbaijão, sublinha que a competição interna está mais acesa. A equipa quer garantir um lugar na convocatória final e defender a bandeira nacional.
As declarações reforçam a mentalidade de equipa que Cannavaro pretende imprimir. O treinador enfatiza o orgulho de representar o Uzbequistão no Mundial e a responsabilidade de evoluir para o futuro.
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