- Roberto Martínez disse que Portugal parte para o Mundial com o objetivo de vencer o título e chegar a Nova Iorque a 19 de julho.
- O treinador recorreu à numerologia para apoiar a confiança, lembrando feitos passados e sugerindo que 2026 pode ser o momento certo.
- A equipa é apresentada como exigente, sem espaço para tranquilizar; o seleccionador destacou a liderança da geração atual e a experiência dos capitães.
- Sobre a defesa de guarda-redes, Diogo Costa é o número 1; Rui Silva e José Sá ficam no mesmo nível; Ricardo Velho fica para ajudar no estágio.
- Martínez elogiou Cristiano Ronaldo pela série de 25 golos em 30 jogos pela seleção e mencionou outros atletas-chave, sublinhando que a vida do grupo continua simples e focada no Mundial.
Roberto Martínez afirmou que Portugal parte para o Mundial com o objetivo de vencer o título, e que chegar a Nova Iorque, a 19 de julho, é o sonho coletivo. A revelação foi feita numa entrevista à RTP Notícias.
O selecionador reforçou a ideia de ultrapassar a história, citando conquistas passadas como influência: Euro 2016, o terceiro lugar de 1966 e as meias-finais de 2006, apontando 2026 como o momento de alcançar o reconhecimento merecido.
Martínez alertou para a ideia de que o grupo não é fácil, destacando adversários motivados como Congo, Uzbequistão e Colômbia, e sublinhou o elevado nível de exigência que a equipa deve manter no Mundial.
Sobre a manutenção da equipa, o técnico indicou Diogo Costa como o número 1, com Rui Silva e José Sá no mesmo patamar. O leque de convocados inclui Ricardo Velho, que reforçou o estágio com energia.
O treinador elogiou o rendimento de Cristiano Ronaldo, usando a estatística para sustentar a sua importância na frente de ataque e na finalização, destacando a capacidade de finalização e pressão.
Entre os nomes em evidência, Martínez destacou Nuno Mendes, Vitinha, João Neves, Rúben Neves, Samu Costa, Matheus Nunes, Bruno Fernandes e Bernardo Silva, enfatizando equilíbrio entre talento e disciplina.
No fim, o técnico recordou o momento difícil vivenciado por Diogo Jota, reconhecendo a força da equipa em manter vivo o sonho do Mundial, inspirado pelo jogador que continua a ser uma referência.
Para além do futebol, Martínez mencionou o gosto pelo fado, a relação com o país anfitrião e a vida simples junto da família, afirmando que o trabalho é uma paixão que alimenta a sua rotina diária.
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