- O ministro do desporto italiano, Andrea Abodi, disse que não é apropriado nem possível uma repescagem da Itália para o Mundial de 2026.
- A declaração foi feita à margem de uma cerimónia no Palácio do Quirinal, em Roma, após a proposta de Paolo Zampolli sobre excluir o Irão para favorecer a Itália.
- Segundo a FIFA, a substituição de uma equipa qualificada pode ocorrer caso haja desistência.
- O Irão já garantiu passagem ao Mundial de 2026 ao vencer o seu grupo nas eliminatórias da AFC.
- A Itália ficará ausente de uma fase final pela quinta vez, a terceira consecutiva, depois de ter sido eliminada nos play-offs europeus diante da Bósnia-Herzegovina.
O ministro do desporto italiano, Andrea Abodi, afirmou que não é apropriada nem possível uma eventual repescagem da equipa italiana para o Mundial 2026. A declaração ocorreu sexta-feira, no Palácio do Quirinal, em Roma, durante uma cerimónia oficial.
Abodi reagiu a uma sugestão feita por Paolo Zampolli, enviado da Casa Branca, ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, de excluir o Irão em benefício da Itália. Segundo o ministro, a qualificação deve ser assegurada no campo.
A FIFA permite substituir uma seleção qualificada apenas em casos de desistência, o que não está em questão. O Irão garantiu a vaga para o Mundial em março, ao vencer o seu grupo nas eliminatórias da AFC. A Itália foi eliminada pela Bósnia-Herzegovina no play-off europeu.
Regulação e panorama atual
A Itália, campeã mundial em quatro ocasiões, não disputará a fase final pela quinta vez, a terceira consecutiva, nos EUA, Canadá e México. A ausência atual contrasta com a história recente de participações e classifica para o torneio de 2026, sempre com forte expectativa ao longo dos anos.
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