- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que os EUA não estão a tentar excluir o Irão do Mundial de 2026, desmentindo uma proposta de substituição pela Itália.
- Um responsável norte-americano tinha sugerido que a Itália, que não se qualificou, poderia substituir o Irão, país envolvido no conflito no Médio Oriente.
- Rubio alertou que o risco não seriam os jogadores iranianos, mas algumas pessoas associadas à Guarda Revolucionária Islâmica, e criticou a ideia de substituição por especulação.
- A FIFA pode designar um substituto caso uma seleção desista, mas não há confirmação de substituição do Irão até ao momento; a Itália já rejeitou a hipótese de repescagem.
- O Mundial realiza-se de 11 de junho a 19 de julho nos EUA, México e Canadá; o Irão disputa o seu primeiro jogo a 15 de junho, frente à Nova Zelândia, em Los Angeles.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que Washington não está a tentar excluir o Irão do Mundial 2026. A declaração surge após um responsável norte-americano ter sugerido uma possível substituição do Irão pela Itália, caso este país não se qualificasse.
Rubio explicou que o verdadeiro problema não seriam os jogadores iranianos, mas algumas pessoas associadas à Guarda Revolucionária Islâmica. Afirmou ainda que não houve qualquer decisão oficial sobre substituição do Irão.
O Irão garantiu a qualificação para o torneio, mas pediu a transferência dos jogos da fase de grupos para além dos EUA desde o início do conflito na região. A ideia de substituição depende de decisões da FIFA, segundo o regulamento do evento.
Contexto e regras da substituição
A FIFA pode substituir uma federação classificada que desista ou seja excluída, abrindo a possibilidade de designação de outra equipa. O regulamento não impede a substituição por uma seleção fora da AFC, em teoria.
O Mundial 2026 decorre entre 11 de junho e 19 de julho, distribuído por Estados Unidos, Canadá e México. O Irão estreia a 15 de junho, em Los Angeles, frente à Nova Zelândia.
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