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Pedro Proença defende que a organização do Mundial 2030 centraliza Portugal

Proença afirma que a coorganização do Mundial 2030 coloca Portugal na centralidade desportiva e turística, fortalecendo relações com a FIFA, Espanha e Marrocos

Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol
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  • Pedro Proença defende que a coorganização do Mundial 2030 traz centralidade a Portugal no desporto, turismo e relação com a FIFA, Espanha e Marrocos.
  • A Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto reuniu-se com a equipa portuguesa de organização do Mundial 2030 na Cidade do Futebol, na nova ala da Casa dos Atletas.
  • Participaram na audição Rui Pereira Caeiro, António Laranjo, Daniel Ribeiro e António Ferreira, responsáveis pela candidatura e pela gestão internacional.
  • A receção de boas-vindas promovida por Pedro Proença distribuiu camisolas da seleção a deputados e dirigentes presentes.
  • Paulo Cavaleiro destacou a importância destas reuniões para preparar a magnitude do evento, sublinhando a mobilidade de adeptos entre países e a participação de todo o país, mesmo sem estádios.

Pedro Proença defendeu, durante uma visita da Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, que a organização partilhada do Mundial 2030 pode trazer centralidade a Portugal no desporto, turismo e envolvimento internacional. O objetivo é manter relações positivas com FIFA, Espanha e Marrocos.

A reunião ocorreu na Cidade do Futebol, na nova ala da Casa dos Atletas. Participaram Rui Pereira Caeiro, António Laranjo, Daniel Ribeiro e António Ferreira, responsáveis pela candidatura e pela gestão do Mundial 2030.

Pedido de centralidade foi enfatizado como benefício económico e de imagem para o país, independentemente do momento competitivo. Proença destacou que o impacto inclui visitantes e potenciais retornos para Portugal.

Participantes e dinâmica da preparação

Paulo Cavaleiro, presidente da comissão, sublinhou que a preparação envolve dinâmicas com adeptos que viajarão entre países. O objetivo é entender como envolver o país sem estádios próprios, maximizando a visibilidade do Mundial.

Pedro Proença concluiu que o que fica desta iniciativa são as pessoas que visitam Portugal e querem regressar, contribuindo para uma visão de longo prazo do desporto português.

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