- O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, ironizou uma possível edição Portugal–Brasil no Mundial de 2026, em solo norte-americano, dizendo que poderia criar um conflito irreversível.
- Em termos de história, Lula relembrou o Mundial de 1966, quando Eusébio, considerado um monstro sagrado, eliminou o Brasil liderado por Pelé.
- Acrescentou que, se o resultado se repetir em 2026, Portugal e Brasil poderiam enfrentar um conflito irreversível entre as duas seleções.
- O discurso rodeou a sugestão de que Cristiano Ronaldo e a sua equipa não deveriam enfrentar Vinícius Júnior e o Brasil, para manter a harmonia entre os dois países.
- Lula afirmou ter conhecido Eusébio no Benfica e destacou que o jogador era, de facto, um monstro sagrado, mencionando ainda que a intenção da introdução era conquistar o coração de Luís Montenegro.
Lula da Silva reuniu-se esta terça-feira com o primeiro-ministro português, Luís Montenegro, no Palácio de São Bento. O encontro ocorreu em Lisboa, no contexto de visitas oficiais entre Brasil e Portugal.
O presidente brasileiro abriu o discurso com uma referência histórica ao Mundial de 1966, quando Eusébio, considerado um jogador de referência, disputou o torneio com a selecção portuguesa e derrotou o Brasil. Em tom irónico, apontou que, se o resultado se repetisse em 2026, poderia surgir um conflito entre as duas nações.
Na sequência da introdução, Lula sublinhou a importância da cooperação entre os dois países de cara ao Mundial de 2026, nos Estados Unidos, mantendo o foco na harmonia entre Portugal e Brasil. A ideia era, segundo o relato, abrir espaço para uma relação cordial entre as selecções.
O chefe de Estado brasileiro também revelou ter utilizado o episódio histórico para ouvir o líder de Portugal e, segundo fontes oficiais, manter o diálogo sobre temas de cooperação bilateral e desporto internacional. Não foram adiantadas outras deliberações públicas sobre o encontro.
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