- O comissário europeu Glenn Micallef criticou a decisão da World Aquatics, dizendo que é “um grave erro” e que a Europa não aceitará a normalização.
- A World Aquatics autorizou nadadores russos e bielorrussos a competir com bandeiras e hinos, em igualdade de condições com os demais.
- A decisão foi tomada pelo conselho da federação, após consulta à unidade de integridade e à comissão de atletas, e na sequência da revisão das restrições desde 2022.
- O presidente Husain Al Musallam afirmou que o desporto deve permanecer um espaço de encontro pacífico entre atletas de diferentes países, mantendo o conflito afastado.
- Com a medida, Rússia e Bielorrússia recuperam o estatuto pleno na World Aquatics, após períodos de limitações ou exclusões em várias competições internacionais.
O comissário europeu Glenn Micallef criticou a decisão da World Aquatics de permitir que atletas russos e bielorrussos competirem com bandeiras e hinos, dizendo que é um grave erro. A medida surge no contexto da invasão da Ucrânia.
A World Aquatics informou que, a partir de 13 de abril, os nadadores destes países podem participar em provas internacionais em igualdade de condições com os restantes atletas, incluindo o uso de equipamentos, bandeiras e hinos. A decisão foi tomada pelo conselho, após consulta a unidades de integridade e à comissão de atletas, na revisão das restrições de 2022.
O presidente Husain Al Musallam afirmou que a organização pretende manter o conflito afastado das competições e que estas devem permanecer um espaço de encontro pacífico entre atletas de diferentes nações. Com o anúncio, Rússia e Bielorrússia recuperam o estatuto pleno na federação.
Reação da União Europeia
A reação de Micallef aponta para um descontentamento entre as autoridades reguladoras da UE relativamente às mudanças na política de participação de atletas de Rússia e Bielorrússia. A posição oficial reconhece a sensibilidade do tema no desporto internacional.
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