- O jogo entre Espanha e Egito, em Barcelona, foi o primeiro a decorrer na cidade em quatro anos e teve casa cheia.
- A Espanha, campeã europeia, não conseguiu vencer o Egito, que terminou o encontro com um jogador a mais após expulsão de Hamdi Fathy.
- Durante a partida, alguns adeptos entoaram cânticos xenófobos e islamofóbicos, após assobios ao hino egípcio.
- A Federação Espanhola de Futebol (RFEF) condenou os atos e a indignação de parte do público foi manifestada.
- Lamine Yamal, estrela espanhola do Barcelona, é muçulmano, tema que foi alvo de referência durante o encontro.
- A Espanha integra o Grupo H do Mundial de 2026, acompanhado por Uruguai, Argélia, Arábia Saudita e Cabo Verde.
No primeiro jogo em Barcelona em quatro anos, com casa cheia, a Espanha não conseguiu vencer a seleção africana do Egito. A partida terminou sem desfecho favorável aos espanhóis, que viram os egípcios terminar o jogo com um jogador a menos após a expulsão de Hamdi Fathy.
Durante o encontro, elementos do público cantaram cânticos xenófobos e islamofóbicos, incluindo a mensagem “quem não salta é muçulmano”, logo após terem assobiado o hino do Egito. A atitude gerou repúdio entre partes da assistência.
Indignação também se fez ouvir entre os adeptos presentes, levando a Federação Espanhola de Futebol (RFEF) a emitir comunicado de condenação dos atos. Lamine Yamal, jogador do Barcelona e da seleção espanhola, é muçulmano e foi um dos mais visados pela pressão.
Contexto no Mundial 2026
A Espanha integra o Grupo H do Mundial 2026, juntamente com Uruguai, Argélia, Arábia Saudita e Cabo Verde. O Uruguai empatou 0-0 com a Argélia em Turim, enquanto a Arábia Saudita perdeu com a Sérvia (2-1). Cabo Verde é um estreante na edição.
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