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Mundial de surf arranca com dupla portuguesa e pesados do circuito

Mundial de surf arranca com dupla portuguesa no CT pela primeira vez, num regresso ao formato de pontos corridos e com grandes nomes do circuito

Yolanda Hopkins durante a etapa de Saquarema, no Brasil, no ano passado
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  • A Liga Mundial de Surf (WSL) arrancou a temporada de dois mil e vinte e seis na Austrália, com o regresso do formato original de pontos corridos.
  • Pela primeira vez, Portugal está representado no Championship Tour (CT) feminino, com Yolanda Hopkins e Francisca Veselko a assegurarem dois dos sete lugares disponíveis.
  • No quadro feminino, entram ainda cinco atletas classificadas, entre elas a jovem francesa Tya Zebrowski, além de Sally Fitzgibbons, Alyssa Spencer, Nadia Erostarbe e Anat Lelior.
  • No masculino, cinco vagas são ocupadas por surfistas australianos entre dez; Kauli Vaast, campeão das Challenger Series, estreia no CT, juntando-se a regresso de nomes como Morgan Cibilic e outros.
  • Regresso de grandes nomes à competição: Stephanie Gilmore, Carissa Moore e Gabriel Medina; John John Florence faz abstinência; a temporada mantém-se no formato de pontos, com a final em Pipeline, no Havai, após passagem por Supertubos, e sem Dia das Finais.

A Liga Mundial de Surf (WSL) arrancou a edição de 2026 na Austrália, com o regresso ao formato original de pontos corridos. O evento marca uma temporada de mudanças, incluindo o regresso de nomes influentes e a estreia de surfistas portuguesas no Championship Tour (CT).

Pelo lado feminino, Portugal entra pela primeira vez no CT com Yolanda Hopkins e Francisca Veselko, duas Portuguesas que chegaram ao circuito mundial via Challenger Series. Hopkins ficou em segundo lugar e Veselko em quinto na CS, assegurando bilhetes para 2026.

A dupla lusitana junta-se a outras classificadas, entre as quais a francesa Tya Zebrowski, que, aos 15 anos, venceu as CS e tornou-se a mais jovem a entrar no CT. Completam a quota a australiana Sally Fitzgibbons, a norte-americana Alyssa Spencer, a espanhola Nadia Erostarbe e a israelita Anat Lelior.

Fortes regressos no circuito masculino

No setor masculino, os australianos asseguraram cinco das dez vagas, com o regresso de Morgan Cibilic, George Pittar, Callum Robson, Liam O’Brien e Oscar Berry. O francês Kauli Vaast venceu as CS e estreia-se no CT, após conquistar uma medalha de ouro olímpica.

Entre os regressos de peso, destacam-se o brasileiro Gabriel Medina, tricampeão mundial, e o ex-top mundial Eli Hanneman, além de Luke Thompson. O havaiano John John Florence ficou de fora à última hora, o que aumenta a expectativa em torno das primeiras etapas.

A competição de elite mantém o formato de pontos corridos, com a corrida final prevista para Pipeline, no Havai, após passagem pela Praia de Supertubos, em Peniche. A prova de Peniche mudou de data para outubro, integrando a nova calendarização da temporada.

Estrutura e mudanças-chave

Houve alterações no corte do meio de época, reduzindo o número de atletas, e foi extinto o Dia das Finais, que anteriormente reunia apenas os cinco primeiros de cada ranking. A nova era procura valorizar a consistência ao longo de toda a campanha.

A edição de 2026 promete assim uma temporada de regresso de referências, com estreia portuguesa no CT e um retorno estratégico de grandes nomes femininos e masculinos, num circuito que volta a focar-se na regularidade discursiva dos atletas.

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