- Vinícius Júnior disse que o Brasil não é favorito ao Mundial, mas que vai fazer tudo para ficar no topo.
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- O atacante revelou que, desde a aposta de Carlo Ancelotti, há uma ideia de jogo mais clara e menos peso para os jogadores.
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- O Brasil treina em Orlando, Estados Unidos, antes do jogo com a França em Boston, na quinta-feira.
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- Sobre o Mundial de 2022 no Qatar, o jogador quer evitar perder novamente e enfatiza a margem de apoio de Raphinha, João Pedro e jovens como Endrick e Estêvão.
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- Vini afirma estar no momento mais feliz da carreira e que o que faz no Real Madrid pretende repetir na seleção.
Vinícius Júnior afirmou que o Brasil não é considerado o favorito para o Mundial, numa declaração feita em Orlando, Estados Unidos, antes do treino da seleção brasileira. A equipa prepara-se para defrontar a França, em Boston, na quinta-feira, num encontro amigável de preparação.
O atacante do Real Madrid indicou que, apesar do peso da camisola, o conjunto brasileiro tem qualidade suficiente para chegar ao topo. A conclusão surge após o trabalho com Carlo Ancelotti, que, segundo ele, tem ajudado a aliviar o peso sobre os jogadores e a clarificar o estilo de jogo a seguir.
No balanço sobre o histórico da competição, Vinícius recordou a participação no Mundial de 2022, em Qatar, onde o Brasil caiu nos quartos de final. Garantiu estar pronto para assumir protagonismo, sem descurar a prevenção de lesões e o esforço contínuo nos treinos de casa.
O avançado destacou a importância de ter companhia no ataque, como Raphinha e João Pedro, bem como a chegada de jovens como Endrick e Estevão. Afirmou que o grupo está confiante para defender o Brasil e mostrou-se convicto de que a seleção pode decidir jogos em bolas paradas.
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