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Associação de adeptos apresenta queixa contra FIFA por preços de bilhetes do Mundial 2026

Associações de adeptos apresentam queixa à Comissão Europeia contra a FIFA por preços de bilhetes do Mundial de 2026 e exigem congelamento e maior transparência

Os preços dos bilhetes para os jogos do Mundial 2026 estão a valores excessivamente altos
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  • A Federação Europeia de Adeptos (FSE), em conjunto com a Euroconsumers, apresentou queixa à Comissão Europeia contra a FIFA, por preços “exorbitantes” de bilhetes no Mundial de 2026 e por procedimentos de compra opacos.
  • O bilhete mais barato para a final já começa nos 3.609 euros (4.185 dólares), valores considerados mais altos que em edições anteriores.
  • As organizações pedem o abandono da política de “preços dinâmicos”, o congelamento dos preços anunciados para a próxima fase de vendas e a publicação do número de bilhetes restantes com pelo menos 48 horas de antecedência.
  • São apontados seis abusos, incluindo preços elevados, publicidade enganosa para bilhete da fase de grupos e regras de venda pouco transparentes sobre localização dos lugares e equipas.
  • Também são criticadas técnicas de venda agressivas e a comissão de 15% sobre a revenda de bilhetes.

A associação de adeptos FSE, em conjunto com a Euroconsumers, apresentou uma queixa formal à Comissão Europeia contra a FIFA. A queixa questiona os preços considerados exorbitantes dos bilhetes para o Mundial de 2026 e os procedimentos de compra, que descrevem como opacos e injustos.

A denúncia surge na sequência de uma iniciativa a pensar numa solução que respeite a tradição e o significado cultural do torneio. Em dezembro do ano passado, a FSE já tinha pedido à FIFA conversações para encontrar uma saída aceitável.

Queixas apresentadas

A FSE e a Euroconsumers alegam que a FIFA usou o monopólio na venda de bilhetes para impor condições que não seriam aceitáveis num mercado competitivo. Pedem à Comissão Europeia a rejeição de políticas de preços dinâmicos e o congelamento dos preços nos patamares anunciados para a próxima fase de vendas, em abril.

As organizações destacam seis abusos específicos. O preço mais baixo para a final é estimado em cerca de 3609 euros, muito acima de edições anteriores e das estimativas da FIFA. Observa-se também publicidade enganosa de bilhetes da fase de grupos, a 60 dólares, alegando disponibilidade antes de as vendas abertas.

Mais pontos da queixa

As entidades acusam regras de venda opacas, sem garantia de localização dos lugares, disposição dos estádios ou equipas que jogam no momento da compra. Contam ainda com alegações de venda agressiva por parte da FIFA e de uma comissão de 15% sobre a revenda de bilhetes.

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