- A presidente da Câmara da Corunha, Inés Rey, e o presidente do Deportivo da Corunha, Juan Carlos Escotet, anunciaram a renúncia ao Mundial de 2030, que será realizado em conjunto por Espanha, Portugal e Marrocos.
- A decisão deixa Corunha fora das opções para receber jogos, após o projeto do Estádio Municipal de Riazor se tornar financeiramente inviável, segundo a imprensa espanhola.
- Málaga já tinha tomado a mesma decisão, tornando-se o segundo município a desistir.
- Com a saída de Corunha, Vigo e Valência surgem como potenciais candidatas para receber encontros do torneio.
- A renúncia ocorre poucos dias antes de uma visita técnica de especialistas, semelhante ao que ocorreu em outros estádios de Lisboa.
A presidente da Câmara Municipal de Corunha, Inés Rey, e o presidente do Deportivo da Corunha, Juan Carlos Escotet, vão anunciar a renúncia de Corunha ao Mundial de 2030. O evento acontece na sequência de uma análise técnica prevista para breve.
A opção de Corunha para receber parte dos jogos foi considerada inviável do ponto de vista financeiro, de acordo com a imprensa espanhola. Málaga já tinha tomado a mesma decisão, abrindo caminho a novas possibilidades.
Possíveis mudanças na distribuição das sedes
Vigo e Valência surgem como candidatas com potencial para integrarem o conjunto de cidades-sede, numa altura em que a candidatura conjunta de Espanha, Portugal e Marrocos continua em andamento.
A decisão de Corunha encerra a participação direta da cidade, enquanto o foco passa a depender de avaliações futuras e de negociações entre as entidades responsáveis pela organização do evento.
Entre na conversa da comunidade