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Venezuelanos em São João da Madeira reúnem donativos para vítimas dos sismos

Comunidade venezuelana em São João da Madeira recolhe donativos para vítimas dos sismos na Venezuela, com envio logístico garantido pela Liberty Express

Na Praça Luís Ribeiro, em São João da Madeira, Mari Sánchez, Jacqueline González, Carolina e Lilia Carreño juntam-se na recolha de donativos para as vítimas dos sismos na Venezuela, numa iniciativa da comunidade venezuelana residente na região
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  • Em São João da Madeira, na Praça Luís Ribeiro, a comunidade venezuelana realiza uma recolha de donativos para as vítimas dos sismos na Venezuela.
  • A iniciativa foca-se principalmente em bens essenciais para bebés e crianças, como papas, leite em pó, medicamentos e itens urgentes.
  • A liderança é de Mailet Ortiz Carreño, conhecida por Carolina, que organiza a ação há cerca de nove anos de residência em Portugal, trabalhando num lar de idosos.
  • A mobilização nasceu da ansiedade perante as notícias vindas da Venezuela e ganhou força com a ajuda de outros emigrantes da região, incluindo familiares que divulgaram nas redes sociais.
  • Os donativos são encaminhados pela Liberty Express, que oferece envio gratuito de quatro quilos; a Câmara Municipal de São João da Madeira ainda não respondeu ao pedido de apoio.

Na Praça Luís Ribeiro, em São João da Madeira, a comunidade venezuelana está a organizar uma recolha de donativos para as vítimas dos sismos na Venezuela. A iniciativa reuniu moradores na aim de apoiar quem ficou afetado pela tragédia no país de origem, com foco em bens de primeira necessidade.

A recolha concentra-se em artigos para bebés e crianças, como papas e leite em pó, bem como medicamentos e outros itens urgentes para chegar rapidamente às zonas afetadas. A organização está a ser liderada por Mailet Ortiz Carreño, conhecida como Carolina, natural de San Cristóbal.

A mobilização ganhou impulso com a participação de familiares e amigos que residem na região, incluindo Lilia Carreño e Mari Sánchez. A distância que separa a Venezuela da comunidade local aumenta o senso de urgência entre os voluntários.

Carolina, que vive há cerca de nove anos em Portugal e trabalha num lar de idosos, diz ter decidido agir após receber notícias preocupantes. A recolha surge num momento de ansiedade pessoal e de luto pela perda do pai.

A iniciativa envolve ainda a divulgação por redes sociais, impulsionada pela filha de Carolina. Outros venezuelanos de Arrifana, Oliveira de Azeméis e São João da Madeira têm contribuído para ampliar a rede de donativos.

A logística de envio está a cargo da Liberty Express, que oferece fretamento gratuito para pacotes de até quatro quilos com itens médicos ou urgentes. A Câmara Municipal de São João da Madeira não confirmou apoio até ao momento.

O espaço da Cidade do Trabalho transformou-se num ponto de encontro entre histórias de perda, distância e pertença, onde a solidariedade procura aproximar os dois lados do Atlântico.

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