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Venezuelanos em Portugal querem ajudar, mas não têm meios

Venezuelanos em Portugal dizem que querem ajudar, mas não têm forma de chegar à Venezuela para apoiar os resgates, esperando equipas internacionais

Edifícios reduzidos a escombros após dois fortes sismos na Venezuela
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  • Comunidade venezuelana e lusodescendente em Portugal espera pela vinda de equipas internacionais para ajudar a Venezuela após dois fortes sismos na quarta-feira.
  • Sofia Alves, moradora de Estarreja, disse ao Jornal de Notícias que familiares na Venezuela estão a receber mensagens e que um tio em La Guaira está dado como desaparecido, mas já foi localizado são.
  • A associação Venexos, que reúne venezuelanos na região Centro, relata o desespero de quem está fora e não consegue ajudar diretamente.
  • Sofia afirma estarem de mãos atadas, sem forma de chegar ao país para participar nos salvamentos ou apoiar as operações de resposta.
  • O grupo aguarda com expectativa a chegada de equipas internacionais que apoiem o resgate de vítimas, reconhecendo que o processo pode demorar.

A comunidade venezuelana e lusodescendente em Portugal está a acompanhar com preocupação os desfechos dos dois sismos que atingiram a Venezuela na quarta-feira. O objetivo é compreender como podem ajudar, apesar das dificuldades de contacto com o país.

Sofia Alves, moradora de Estarreja e ligada à Venexos, revelou ao jornal que recebeu mensagens de familiares na Venezuela logo após os sismos. Um familiar português, residente em La Guaira, esteve desaparecido, mas o registo atual indica que está bem, embora o apartamento tenha ficado destruído.

A associacão Venexos agrega venezuelanos e lusodescendentes da região Centro. Segundo Sofia, cresce o desespero entre quem está fora e não consegue prestar auxílio diretamente. Há expectativa pela atuação de equipas internacionais de salvamento.

A portuguesa de origem venezuelana acrescentou que a comunidade está ansiosa pela chegada de equipas internacionais, que devem coordenar operações de salvamento. No entanto, reconhece que o processo levará tempo e que existem limitações logísticas para apoiar de imediato.

Aguardam-se informações sobre apoio internacional

O grupo de venezuelanos em Portugal pretende manter-se informado sobre qualquer canal oficial de ajuda. A prioridade é perceber como as autoridades internacionais vão organizar as operações de resgate e que recursos poderão ser disponibilizados.

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